Caso Patrícia Acioli: começa julgamento no Rio
Começou com mais de duas horas de atraso, no Tribunal do Júri de Niterói, região metropolitana do Rio, o julgamento dos policiais militares (PM) Charles Azevedo Tavares e Alex Ribeiro Pereira, acusados de envolvimento no assassinato da juíza Patrícia Acioli, em agosto de 2011; ao todo, 11 policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público por participação no crime; sete já foram julgados e condenados
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Agência Rio - Começou com mais de duas horas de atraso, no Tribunal do Júri de Niterói, região metropolitana do Rio, o julgamento dos policiais militares (PM) Charles Azevedo Tavares e Alex Ribeiro Pereira, acusados de envolvimento no assassinato da juiza Patrícia Acioli, em agosto de 2011.
Os policiais Sammy dos Santos Quintanilha Cardoso e Handerson Lents Henrique da Silva também estariam no banco dos réus nesta quinta-feira (3), mas eles trocaram de advogado e a Justiça acatou o argumento de que os defensores não tiveram tempo de ler todo o processo. Segundo o Tribunal de Justiça do estado, o julgamento dos dois vai ocorrer no dia 14 de abril.
Ao todo, 11 policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público por participação no crime. Desses, sete já foram julgados e condenados. Entre eles está o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva Oliveira, que comandava o 7º Batalhão da Polícia Militar, em São Gonçalo.
O militar foi julgado no último dia 20 de março e condenado a 36 anos de prisão, em regime fechado, pela prática de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, mediante emboscada e para assegurar a impunidade de outros crimes), e pelo crime conexo de quadrilha armada.
MS
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