Caso Marielle: porteiro deve dar novo depoimento
Investigadores querem saber se o porteiro do condomínio Vivendas da Barra (RJ) mentiu ao afirmar que alguém da casa número 58 (que pertence a Jair Bolsonaro) autorizou o acesso ao condomínio de outro suspeito do assassinato de Marielle Franco, o ex-PM Élcio de Queiroz, no dia do crime
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247 - Os investigadores da morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) querem ouvir novamente o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, onde vivia um dos suspeitos do crime, o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa. Os investigadores querem saber se o funcionário mentiu ao afirmar que alguém da casa número 58 (que pertence a Jair Bolsonaro) autorizou o acesso ao condomínio de outro suspeito do assassinato, o ex-PM Élcio de Queiroz, no dia do crime. Segundo as investigações, Lessa efetuou os disparos contra o carro de Marielle e Queiroz dirigia o veículo onde estava o seu colega.
Bolsonaro disse no sábado (2) que “pegou” os áudios da portaria do condomínio, “antes que eles fossem adulterados”. Ele negou obstrução judicial.
A polêmica sobre a família Bolsonaro ocorre no momento em que o MP-RJ se prepara para sustentar a condenação de Lessa e de Queiroz no 4º Tribunal do Júri na capital. Vale ressaltar que Queiroz havia postado no Facebook uma foto ao lado de Bolsonaro, que aparece com o rosto cortado na foto.
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