Caso Lorenza: MP crê que 'ritual' pode explicar falta de sangue em corpo

A necrópsia do corpo de Lorenza Maria Silva de Pinho, morta em 2 abril deste ano em Belo Horizonte, revelou a presença de muito pouco sangue

(Foto: Reprodução)


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247 - O Ministério Público de Minas Gerais diz ter evidências de que o promotor André Luiz Gardia Pinho agiu sozinho para matar a mulher, Lorenza Pinho. Segundo a TV Globo Minas, fontes da investigação explicaram a falta de sangue no corpo da vítima como resultado de um ritual "macabro". A informação é do portal UOL. 

A necrópsia do corpo de Lorenza Maria Silva de Pinho, morta em 2 abril deste ano em Belo Horizonte, revelou a presença de muito pouco sangue. A informação foi revelada pelo Fantástico deste domingo (16). "[Havia] muito pouco sangue, menos do que esperaria encontrar em cadáver normal", disse o médico legista Marcelo Mari de Castro

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Segundo o legista, havia apenas 1 litro de sangue no corpo da mulher, que, em condições saudáveis, deveria apresentar cerca de 5 litros. Entre o montante encontrado, apenas 25 ml puderam ser colhidos na necrópsia para testes toxicológicos e de dosagem de álcool.

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