Caso Eduardo: nenhum policial foi indiciado

Um inquérito concluiu que policiais agiram em legítima defesa ao matarem o menino Eduardo de Jesus Ferreira, de dez anos, com um tiro na porta de casa, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio; no dia 2 de abril deste ano, PMs que faziam parte de uma operação entraram em confronto com traficantes e um tiro disparado por um policial atingiu o garoto; nenhum agente foi indiciado; o documento foi encaminhado ao Ministério Público 

Um inquérito concluiu que policiais agiram em legítima defesa ao matarem o menino Eduardo de Jesus Ferreira, de dez anos, com um tiro na porta de casa, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio; no dia 2 de abril deste ano, PMs que faziam parte de uma operação entraram em confronto com traficantes e um tiro disparado por um policial atingiu o garoto; nenhum agente foi indiciado; o documento foi encaminhado ao Ministério Público 
Um inquérito concluiu que policiais agiram em legítima defesa ao matarem o menino Eduardo de Jesus Ferreira, de dez anos, com um tiro na porta de casa, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio; no dia 2 de abril deste ano, PMs que faziam parte de uma operação entraram em confronto com traficantes e um tiro disparado por um policial atingiu o garoto; nenhum agente foi indiciado; o documento foi encaminhado ao Ministério Público  (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – Um inquérito concluiu que policiais agiram em legítima defesa ao matarem o menino Eduardo de Jesus Ferreira, de dez anos, com um tiro na porta de casa, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio.

No dia 2 de abril deste ano, PMs que faziam parte de uma operação entraram em confronto com traficantes e um tiro disparado por um policial atingiu o garoto. Nenhum agente foi indiciado. O documento foi encaminhado ao Ministério Público (MP). A informação é da Globo News.

A doméstica Terezinha Maria de Jesus, 36 anos, disse ter marcado o policial responsável pelo tiro que matou o seu filho. “Eu nunca vou esquecer o rosto do PM que acabou com a minha vida. Quando eu corri para falar com ele, ele apontou a arma para mim. Eu falei ‘pode me matar, você já acabou com a minha vida’”, contou.

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Em junho, a mãe do garoto também afirmou ao G1 que o estado do Rio de Janeiro pagou a indenização prometida à família. Os valores não foram divulgados.

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