Caso Amarildo: TJ-RJ nega habeas-corpus a PMs

O Tribunal de Justiça do estado Rio negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de alguns policias militares acusados de envolvimento na morte do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho deste ano, na Rocinha, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro; ao todo, 25 integrantes da corporação tiveram pedido de prisão decretada; o corpo de Amarildo ainda não foi localizado

O Tribunal de Justiça do estado Rio negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de alguns policias militares acusados de envolvimento na morte do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho deste ano, na Rocinha, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro; ao todo, 25 integrantes da corporação tiveram pedido de prisão decretada; o corpo de Amarildo ainda não foi localizado
O Tribunal de Justiça do estado Rio negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de alguns policias militares acusados de envolvimento na morte do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho deste ano, na Rocinha, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro; ao todo, 25 integrantes da corporação tiveram pedido de prisão decretada; o corpo de Amarildo ainda não foi localizado (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – O Tribunal de Justiça do estado Rio de Janeiro (TJ-RJ) negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de quatro policias militares acusados de envolvimento na morte do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho deste ano, na comunidade da Rocinha, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. O corpo de Amarildo ainda não foi localizado. Ao todo, 25 policiais foram denunciados.

Em acórdão publicado nesta segunda-feira (25), o relator, desembargador Marcus Quaresma Ferraz, afirma que as informações colhidas durante a investigação são suficientes para se ter indícios sobre materialidade do crime.

"A forma e execução dos gravíssimos crimes perpetrados, as condutas dos acusados, durante e após a prática dos delitos, e outras circunstâncias, inclusiva a imensa repercussão e clamor público, abalando a própria garantia da ordem pública, demonstram a necessidade da custódia", justificou o magistrado Marcus Quaresma Ferraz em sua decisão.

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Curiosamente, no mês passado, quatro mulheres soldados da Polícia Militar (PM) informaram ao Ministério Público Estadual (MPPE) que foram obrigadas pelos seus comparsas a ocultar as provas de tortura sofrida por Amarildo (leia mais aqui).

Além disso, um menor de idade disse que, depois de sofrer ferimentos durante a Operação Paz Armada, no dia 14 de julho, contra o tráfico de drogas na Rocinha, foi que o major Édson Santos foi ao hospital para lhe oferecer e um imóvel fora da Rocinha para o adolescente mentir e acusar um traficante pelo desaparecimento de Amarildo (leia mais aqui).

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Os quatro PMs que tiveram seus pedidos de habeas-corpus negados foram Jorge Luiz Gonçalves, Victor Pereira da Silva, Marlon Campos Reis e Douglas Vital Machado.

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