Caso Amarildo: começa julgamento dos 25 PMs

O julgamento dos 25 policiais militares acusados pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho do ano passado; Participam da sessão 19 testemunhas de acusação, sendo 18 policiais civis e a viúva da vítima, Elisabete Gomes da Silva, que chegou ao prédio do Fórum Central acompanhada por um dos filhos

O julgamento dos 25 policiais militares acusados pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho do ano passado; Participam da sessão 19 testemunhas de acusação, sendo 18 policiais civis e a viúva da vítima, Elisabete Gomes da Silva, que chegou ao prédio do Fórum Central acompanhada por um dos filhos
O julgamento dos 25 policiais militares acusados pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho do ano passado; Participam da sessão 19 testemunhas de acusação, sendo 18 policiais civis e a viúva da vítima, Elisabete Gomes da Silva, que chegou ao prédio do Fórum Central acompanhada por um dos filhos (Foto: Leonardo Lucena)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil

O julgamento dos 25 policiais militares acusados pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho do ano passado, começou às 14h30 de hoje (20). Participam da sessão, presidida pela juíza Daniella Alvarez Prado, titular da 35ª Vara Criminal, 19 testemunhas de acusação, sendo 18 policiais civis e a viúva da vítima, Elisabete Gomes da Silva, que chegou ao prédio do Fórum Central acompanhada por um dos filhos.

A pedido da juíza, apenas profissionais de imagem tiveram acesso à sala de audiência, durante apenas um minuto. Os demais jornalistas aguardam no corredor. Os réus foram posicionados nas últimas cadeiras e acompanham os depoimentos das testemunhas. Amarildo desapareceu no dia 14 de julho de 2013, na Favela da Rocinha, após ter sido levado por policiais militares para prestar esclarecimentos na base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

continua após o anúncio

O primeiro a falar foi o delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios (DH), que presidiu o inquérito. Barbosa disse, em depoimento, que as escutas judiciais mostraram que o major Edson Santos, ex-comandante da UPP, pressionava os demais policiais para dar a mesma versão.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247