Carvalho reafirma no Rio legados com a Copa

"Quem mora no Rio sabe o que é a transformação que a cidade está sofrendo neste momento. São tantas obras, que até atrapalham a vida da cidade. É uma transformação extraordinária. O que acontece no Rio, você vai ver em Manaus, em Cuiabá, em Natal, em Brasília. Depois das manifestações de junho, a presidenta determinou o destino de R$ 50 bilhões para a mobilidade urbana. E isso começa a dar frutos", ressaltou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho

"Quem mora no Rio sabe o que é a transformação que a cidade está sofrendo neste momento. São tantas obras, que até atrapalham a vida da cidade. É uma transformação extraordinária. O que acontece no Rio, você vai ver em Manaus, em Cuiabá, em Natal, em Brasília. Depois das manifestações de junho, a presidenta determinou o destino de R$ 50 bilhões para a mobilidade urbana. E isso começa a dar frutos", ressaltou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho
"Quem mora no Rio sabe o que é a transformação que a cidade está sofrendo neste momento. São tantas obras, que até atrapalham a vida da cidade. É uma transformação extraordinária. O que acontece no Rio, você vai ver em Manaus, em Cuiabá, em Natal, em Brasília. Depois das manifestações de junho, a presidenta determinou o destino de R$ 50 bilhões para a mobilidade urbana. E isso começa a dar frutos", ressaltou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho (Foto: Roberta Namour)


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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil - O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, reafirmou ontem (28), no Rio de Janeiro, que a Copa do Mundo vai gerar legados para o país. Ele participou do seminário Diálogos Governo-Sociedade Civil: Copa 2014, realizado na sede do Sindicato dos Bancários, no centro do Rio.

"Quem mora no Rio sabe o que é a transformação que a cidade está sofrendo neste momento. São tantas obras, que até atrapalham a vida da cidade. É uma transformação extraordinária. O que acontece no Rio, você vai ver em Manaus, em Cuiabá, em Natal, em Brasília. Não são só aeroportos, mas várias avenidas e obras muito importantes. Depois das manifestações de junho, a presidenta determinou o destino de R$ 50 bilhões para a mobilidade urbana. E isso começa a dar frutos", ressaltou.

Carvalho também destacou como legado o fato de o Brasil ficar, durante 40 dias, no foco dos acontecimentos mundiais. "Você imagina a multiplicação no turismo que vai ocorrer em uma cidade como Manaus? A África do Sul dobrou o turismo no ano seguinte à Copa."

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A plateia que lotou o auditório do sindicato era formada por blogueiros, ativistas da mídia, sindicalistas, lideranças comunitárias, trabalhadores e estudantes. Além das questões diretamente relacionadas com a Copa, foram levantados temas como a necessidade de maior apoio oficial para a cultura, o exagero na repressão policial às manifestações de rua, as remoções de moradores para obras da Copa e também das Olimpíadas.

Embora o clima tenha esquentado em diversos momentos, com manifestantes gritando sloganscontra a Copa, o ministro manteve a calma e anotou todas as reivindicações, respondendo a cada uma e prometendo voltar ao Rio para resolver eventuais pendências ou receber em Brasília as lideranças sociais.

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Um documento em forma de livreto, elaborado pelo governo, foi distribuído aos presentes, trazendo informações sobre os investimentos na Copa. Segundo os dados, os únicos investimentos feitos exclusivamente para a competição se limitam a R$ 8 bilhões, que são as obras dos estádios. Desses, o governo federal financiou R$ 4 bilhões, por meio de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, valor que voltará aos cofres públicos.

Em investimentos estratégicos, públicos e privados, serão R$ 17,6 bilhões: R$ 8 bilhões em mobilidade, R$ 6,3 bilhões nos aeroportos, R$ 1,9 bilhão em segurança, R$ 600 milhões em portos, R$ 400 milhões em telecomunicações e R$ 200 milhões em turismo.

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