O MP do Rio abriu processo contra o prefeito Eduardo Paes, o presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, dois ex-diretores da empresa e 13 escolas de samba. A investigação, que contou com os promotores Glaucia Santana, Eduardo Carvalho e Flavio Bonazza, durou sete anos.
Segue...
O MP acusa a prefeitura de não fazer licitação para organizar os desfiles e deixar tudo com a Liesa.
O processo relata que a prefeitura dá cerca de R$1 milhão, por ano, a cada agremiação. Só que as escolas, ainda segundo o MP, prestam contas com “notas fiscais inidôneas”.
Um exemplo...
Veja o caso da Mangueira. Em 2010, a verde e rosa apresentou uma nota de R$ 43 mil, da Nivio Rio Comércio, e outra de R$155.884, da Pangola Distribuidora de Papéis e Plásticos.
Só que, naquele carnaval, as duas já estavam inativas há anos e anos.
Carnaval de Paes será investigado pelo MP
Promotores contestam repasses milionários da prefeitura às escolas de samba, que justificam suas despesas com notas fiscais inidôneas
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247 - O carnaval do Rio de Janeiro pode se transformar em caso de polícia. É o que informa o colunista Ancelmo Gois:
Carnaval investigado - ANCELMO GOIS
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