Cardeal testemunha tiroteio e relata tensão

O cardeal Dom Orani Tempesta, arcebispo da cidade do Rio, conta ter pasado por um tiroteio ao sair do Cristo Redentor nesta sexta-feira 10; ele permaneceu por dez minutos se protegendo dos disparos, até poder seguir para o aeroporto; o tiroteio foi um ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) dos morros Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, no centro da capital

O cardeal Dom Orani Tempesta, arcebispo da cidade do Rio, conta ter pasado por um tiroteio ao sair do Cristo Redentor nesta sexta-feira 10; ele permaneceu por dez minutos se protegendo dos disparos, até poder seguir para o aeroporto; o tiroteio foi um ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) dos morros Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, no centro da capital
O cardeal Dom Orani Tempesta, arcebispo da cidade do Rio, conta ter pasado por um tiroteio ao sair do Cristo Redentor nesta sexta-feira 10; ele permaneceu por dez minutos se protegendo dos disparos, até poder seguir para o aeroporto; o tiroteio foi um ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) dos morros Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, no centro da capital (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O cardeal Dom Orani Tempesta, arcebispo da cidade do Rio, conta como passou por um tiroteio na manhã nesta sexta-feira (10). Ele contou que permaneceu por dez minutos se protegendo dos disparos, até poder seguir para o aeroporto, depois de ser surpreendido pelo tiroteio durante um ataque a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) dos morros Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, no Centro do Rio. O trânsito chegou a ficar parado na Avenida Almirante Alexandrino.

"[Estava] voltando do [Cristo] Redentor e indo para o aeroporto. Junto com muitos outros passageiros de ônibus e outros veículos. Ficamos uns dez minutos. Quando amainou um pouco, demos marcha a ré e pegamos outra rua. Os ônibus à frente continuaram parados. Não sei como terminou", disse Dom Orani em um texto publicado no site da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Até 11h, não havia registro de feridos, prisões ou apreensões. Os agentes pediram a motoristas para que se deitassem no chão até o fim da troca de tiros.

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Segundo a Arquidiocese do Rio, Dom Orani Tempesta ficou preso no engarrafamento quando saía do Cristo Redentor para o Aeroporto Santos Dumont, antes de viajar para São Paulo. Ele não precisou ficar deitado no chão e o carro também não foi atingido, mas o motorista deu ré e pegou um caminho alternativo.

Este é a terceira vez em que Dom Orani vive de perto a insegurança da capital em menos de dois anos. Entre setembro de 2014 e julho de 2015, o arcebispo foi vítima de dois assaltos a mão armada. Nas outras ocasiões, ele teve anéis, crucifixos e cordões roubados. 

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