Cabral perguntou se promotora procurava fuzil ou crack em presídio

Em vistoria feita pelo Ministério Público, à Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, o ex-governador preso Sérgio Cabral perguntou a promotora Andrea Amim se ela procurava por fuzil ou drogas nas celas. Andrea disse que ele foi o único preso a questionar a ação/ "Ele veio perguntar quem coordenava a operação. Eu disse que era eu. E aí ele perguntou se eu procurava um AK-47 ou por crack. Respondi que se achasse, apreenderia. Tempos depois ele voltou e fez elogios ao trabalho do Ministério Público", contou Andrea

Em vistoria feita pelo Ministério Público, à Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, o ex-governador preso Sérgio Cabral perguntou a promotora Andrea Amim se ela procurava por fuzil ou drogas nas celas. Andrea disse que ele foi o único preso a questionar a ação/ "Ele veio perguntar quem coordenava a operação. Eu disse que era eu. E aí ele perguntou se eu procurava um AK-47 ou por crack. Respondi que se achasse, apreenderia. Tempos depois ele voltou e fez elogios ao trabalho do Ministério Público", contou Andrea
Em vistoria feita pelo Ministério Público, à Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, o ex-governador preso Sérgio Cabral perguntou a promotora Andrea Amim se ela procurava por fuzil ou drogas nas celas. Andrea disse que ele foi o único preso a questionar a ação/ "Ele veio perguntar quem coordenava a operação. Eu disse que era eu. E aí ele perguntou se eu procurava um AK-47 ou por crack. Respondi que se achasse, apreenderia. Tempos depois ele voltou e fez elogios ao trabalho do Ministério Público", contou Andrea (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Em vistoria feita pelo Ministério Público, na sexta-feira (24), à Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, o ex-governador preso Sérgio Cabral perguntou a promotora Andrea Amim se ela procurava por fuzil ou drogas nas celas. Andrea disse que ele foi o único preso a questionar a ação.

"Ele veio perguntar quem coordenava a operação. Eu disse que era eu. E aí ele perguntou se eu procurava um AK-47 ou por crack. Respondi que se achasse, apreenderia. Tempos depois ele voltou e fez elogios ao trabalho do Ministério Público", contou Andrea, dizendo que outro preso perguntou sobre que tipo de comida fria poderia receber na cadeia. A entrevista foi concedida ao Bom Dia Rio.

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Promotores encontraram alimentos in natura e não permitidos, como camarão, queijos importados e bolinho de bacalhau. Tudo na Galeria C, onde estão os presos da Operação Lava Jato no Rio. O que difere do ambiente encontrado nas galerias A e B para presos com nível universitário.

"Há um aparente favorecimento de privilégios na Galeria C. Há uma diferença nítida entre a galeria C e as outras. O colchão é mais alto na Galeria C. O sol é direcionado, mas isso não chega a ser relevante, há filtros de água em todas as nove celas. Todos seguindo o mesmo padrão", observou Andrea.

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Ela disse, ainda, que devem ser apuradas peculiaridades em Benfica, como a soltura de presos sem alvará da justiça, reforma em tempo recorde das instalações e colocação de colchões altos usados na Olimpíada apenas em uma galeria.

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