Cabral oficializa pedido de ajuda à União
Governador do Rio de Janeiro assumirá nesta segunda-feira (24) que a Polícia Militar não tem capacidade, pelo menos por ora, de garantir segurança nas áreas mais violentas da capital; peemedebista se reunirá com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para apresentar os motivos para uso das tropas federais nas favelas cariocas; cúpula de segurança do estado apresentará relatório da situação com os ataques às unidades de Polícia Pacificadora (UPP) e articulação entre traficantes que dominavam o tráfico de drogas nos morros cariocas
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Bahia 247 - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), assumirá nesta segunda-feira (24) que a Polícia Militar não tem capacidade, pelo menos por ora, de garantir segurança nas áreas mais violentas da capital. Peemedebista se reunirá com autoridades do estado e da União para apresentar os motivos para uso das tropas federais nas favelas cariocas.
Peemedebista tem reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o chefe do Estado-Maior, general de Exército José Carlos de Nardi, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e a cúpula de segurança do estado. Encontro acontece às 10h no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no centro do Rio, conforme matéria da Agência Estado.
Autorização só pode ser concedida pela União após apresentação de documento que mostra que as forças estaduais são insuficientes para garantir o controle da situação. Cabral também tem de definir as áreas e o prazo de atuação das forças federais.
Beltrame apresentará relatório da situação com os ataques às unidades de Polícia Pacificadora (UPP) e articulação entre traficantes que dominavam o tráfico de drogas nos morros cariocas. Também será definido quem atuará no Estado, se a Força Nacional de Segurança ou as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica).
As tropas federais farão tanto patrulhamento quanto busca por traficantes, armas e drogas. Nessa atuação, os agentes deverão seguir o Manual de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), aprovado em dezembro de 2013, com diretrizes e orientações sobre conduta a ser seguida.
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