Cabral anuncia que deixará o cargo em março de 2014
Governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou que deixará o seu nome à disposição da legenda para concorrer ao Senado; "Vou colocar o meu nome à disposição (para o Senado), mas é uma questão que não cabe a mim, cabe ao partido", declarou
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Rio 247 – O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou nesta segunda-feira (02) que entregará o cargo em março de 2014 e que deixará o seu nome à disposição da legenda para concorrer ao Senado. "Vou colocar o meu nome à disposição (para o Senado), mas é uma questão que não cabe a mim, cabe ao partido" declarou o gestor, após a inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do morro Camarista Méier, Zona Norte do Rio.
Curiosamente, o anúncio do peemedebista vem no mesmo dia em que a Pesquisa Datafolha apontou que o gestor tem o pior índice de aprovação em sete anos de governo: 20%. O percentual de eleitores que considera a sua gestão ruim ou péssima chega a 38%. Cabral minimizou os resultados. "Quem está no governo está sempre sendo avaliado. Vamos respeitar a pesquisa e continuar trabalhando", disse.
O gestor amenizou, também, o fato de o seu correligionário e vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, estar em quinto lugar na pesquisa, com apenas 5% dos votos. "Quem quer trazer o assunto eleição é quem não está no governo", afirmou Cabral. "Eleição só depois da apuração. Há casos de pesquisas até mais próxima da eleição que tem resultado diferente. Como no caso de Eduardo Paes em 2008, quando aparecia com 6% e Gabeira com 8%. Ainda é muito cedo para fazer avaliação", acrescentou.
Segundo a pesquisa, em primeiro lugar está o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), com 21% do eleitorado. Em seguida, com 15% das intenções de voto, estão o senador Lindberg Farias (PT-RJ) e o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB). Na terceira posição figura o ex-prefeito do Rio e vereador Cesar Maia (DEM), com 11%.
Atrás de Pezão, quem aparece é o deputado federal Miro Teixeira (PROS), com 3% dos votos. Já o ex-deputado Milton Temer (PSOL) e o técnico de Vôlei Bernardinho (PSDB) figuram com 2% cada.
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