Bruno Covas nega ter se baseado em ‘calendário eleitoral’ para decisão da fase amarela em SP
Prefeito reeleito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB) minimizou a gravidade da pandemia e negou que o anúncio de restrição às regras de abertura um dia depois das eleições tenha motivos eleitorais
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247 - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), reeleito neste domingo (29) em segundo turno, negou que o anúncio feito pelo governo do Estado de retroceder todo o Estado para a fase amarela de restrições de abertura por conta da pandemia do coronavírus tenha motivos eleitorais.
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Em entrevista à Globonews, ele minimizou a gravidade da pandemia na cidade, afirmando que há uma estabilidade em relação ao número de casos e de óbitos, com um aumento de internações causado, sobretudo, pela quantidade de pessoas de fora da cidade de São Paulo chegando aos hospitais da capital.
“O município sempre foi muito mais cauteloso na liberação de atividades. Em nenhum momento nos pautamos por calendário eleitoral. O mais fácil seria a Prefeitura não ter participado dessas discussões desde o começo. Para a Prefeitura seria mais fácil não ter se envolvido, mas sempre se envolveu e sempre vamos atuar de acordo com as orientações da vigilância sanitária do município”, disse Covas.
A decisão de restringir as regras de abertura econômica um dia após as eleições gerou críticas e foi atribuída a uma eventual intenção de esconder a gravidade do problema durante o processo eleitoral.
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