Boulos diz que Bolsonaro só pensa em reeleição e promete 'renda básica imediata' em SP

Pré-candidato a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) criticou o valor do auxílio emergencial, de R$ 300. "Quem ficou desempregado ou foi negado, está fora", disse ele, para quem Jair Bolsonaro só pensa na reeleição. "Eu e Luiza Erundina já definimos que nossa primeira ação em SP será instituir uma renda básica imediata", acrescentou

Guilherme Boulos
Guilherme Boulos (Foto: 247)


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247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, pré-candidato a prefeito de São Paulo pelo PSOL, criticou o valor do auxílio emergencial, de R$ 300, após o governo Jair Bolsonaro prorrogar a ajuda até dezembro. 

"O governo Bolsonaro acabou de publicar a Medida Provisória que estabelece a diminuição do auxílio emergencial para R$ 300. Só vai receber quem já tinha sido aprovado no início do cadastro. Ou seja: quem ficou desempregado ou foi negado, está fora", afirmou o ativista no Twitter.

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De acordo com o líder do MTST, "em São Paulo, cidade mais rica e uma das mais caras do país, uma família que vive na periferia de aluguel já tem dificuldade para passar o mês mesmo com renda familiar de mais de 1 salário mínimo".

"Em um contexto como esse, uma cidade com 12 milhões de habitantes e com uma desigualdade gritante não pode ficar refém de um governo federal que só pensa em agradar sua seita e na reeleição. É por isso que eu e Luiza Erundina já definimos que nossa primeira ação em SP será instituir uma renda básica imediata", disse. 

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"Não há previsão para qualquer tipo de retomada da crise. O teto de gastos segue vigente, o governo não enfrentou a pandemia com responsabilidade e tampouco criou algum plano econômico que garantisse a sobrevivência de empregos e pequenos comércios", continuou.

 

 

 

 

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