Boulos: a mansão do João Doria tem que pagar mais imposto

Pré-candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos defendeu um “IPTU progressivo” na maior capital do país. “Quem tem mais paga mais, quem tem menos, paga menos. A mansão do João Doria, por exemplo, tem que pagar mais imposto”, defendeu. Assista sua entrevista na TV 247

Boulos defende IPTU progressivo em SP
Boulos defende IPTU progressivo em SP (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Reprodução)


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247 - Guilherme Boulos (PSOL-SP), professor bacharel em Filosofia, que ascendeu na vida política travando lutas em defesa do movimento de moradia, é pré-candidato a prefeito de São Paulo, numa chapa que conta na vaga de vice a experiência da ex-prefeita Luiza Erundina e defendeu na TV 247 medidas tributárias que taxem os mais ricos e preservem os mais vulneráveis, como um plano de “IPTU progressivo”. 

O pré-candidato explicou que a ideia do IPTU progressivo é baseada na proposta de “quem tem mais paga mais, quem tem menos, paga menos”. 

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“Isso tem que ser cruzado com renda e patrimônio de cada proprietário. Quem tem mais renda, mais patrimônio e mora em regiões mais caras, tem que pagar mais. A mansão do João Doria, por exemplo, tem que pagar mais imposto”, elucidou. 

Boulos referiu-se ao imóvel do governador João Doria (PSDB-SP), uma  mansão nos Jardins, bairro nobre da capital paulista, com área de 3.042 m². 

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Na visão do ativista, a “ampliação da taxa de isenção do IPTU para população mais vulnerável é algo urgente". “Não tem cabimento um morador de uma região precária pagar esse imposto”, acrescentou. 

Pleito municipal  

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Questionado sobre a importância da unidade da esquerda no primeiro turno, na cidade de São Paulo, para enfrentar o bolsonarismo, Boulos afirmou que “o ideal seria uma frente progressista para enfrentar o fascismo”, mas que respeita “a candidatura do PT, PCdoB”. “Se não for possível esse espaço de unidade, que no segundo turno isso aconteça”. 

O pré- candidato seguiu sua narrativa da composição de alianças com setores progressistas e rechaçou a possibilidade de composição com o PSB. “Márcio França [pré-candidato à prefeitura] é linha auxiliar do tucanato, ele foi o vice de Geraldo Alckmin durante os oito anos de governo. Não o coloco no lugar de centro-esquerda”, concluiu. 

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