Bope e criminosos se confrontam na Zona Norte
Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entraram em confronto com criminosos na noite desta terça-feira (24) no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, comunidades da zona norte do Rio de Janeiro; um homem ainda não identificado morreu durante a ação; a Polícia Civil informou que o corpo já está no Instituto Médico Legal (IML); de acordo com a PM, a equipe do Bope se deparou com um homem durante patrulhamento no Alemão que atirou contra os policiais ao avistar a equipe, iniciando o confronto
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Da Agência Brasil
Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entraram em confronto com criminosos na noite desta terça-feira (24) no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, comunidades da zona norte do Rio de Janeiro. Um homem ainda não identificado morreu durante a ação. A Polícia Civil informou que o corpo já está no Instituto Médico Legal (IML).
De acordo com a Polícia Militar (PM), a equipe do Bope se deparou com um homem durante patrulhamento no Complexo do Alemão que atirou contra os policiais ao avistar a equipe. Os PMs revidaram e acertaram o criminoso, socorrido e encaminhado ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ele, no entanto, não resistiu aos ferimentos. Segundo a PM, o homem portava uma pistola calibre 9 milímetros.
Agentes do Bope também estavam em patrulhando na Vila Cruzeiro, quando entraram em confronto com homens armados na localidade conhecida como Vacaria. Após a ação, os soldados apreenderam um fuzil automático, além de 388 munições de diversos calibres, duas bolas de pasta de cocaína e oito carregadores de fuzil. As ocorrências foram registradas na 22ª Delegacia de Polícia, na Penha.
Equipes do Bope atuam na região desde a morte, no dia 11 deste mês, do capitão Uanderson Manoel da Silva, de 34 anos, comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, no conjunto de favelas do Complexo do Alemão. A Coordenadoria de Polícia Pacificadora disse que o efetivo de policiais das unidades construídas da região também foi aumentado, mas não informou o número por questões de segurança. Segundo o órgão, os policiais ficarão nas comunidades por tempo indeterminado.
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