Bolsonaro quer ser o Trump brasileiro
A família do pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) acionou emissários para tentar uma aproximação com o presidente dos EUA, Donald Trump; a expectativa é que aliados do presidenciável um caminho para que o parlamentar seja recebido na Casa Branca
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Rio 247 - A família do pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) acionou emissários para tentar uma aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de acordo com informações de Thais Bilenky, na Folha.
A expectativa é que aliados do presidenciável um caminho para que o parlamentar seja recebido na Casa Branca, entre o primeiro e o segundo turnos da eleição, supondo que Bolsonaro estará no páreo.
Assim com Trump, Bolsonaro é polêmico. Já exaltou, por exemplo, Carlos Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi de São Paulo e torturador na ditadura, em seu voto a favor do impeachment de Dilma Rousseff no dia 17 de abril. Ao proferir seu voto, ele disse que o coronel é o "pavor de Dilma Rousseff" (veja aqui). Ustra é apontado como responsável por ao menos 60 mortes e desaparecimentos em São Paulo durante a ditadura e foi denunciado por mais de 500 casos de tortura cometidos nas dependências do Doi-Codi entre 1970 e 1974.
Bolsonaro também defende a pena de morte, mesma visão de Trump. O congressista brasileiro também externou posição contra direitos humanos nos presídios, e é a favor do porte de armas para a população.
O presidenciável já manifestou, ainda, sua posição favorável ao projeto "Cura Gay". Quando era do PP, o congressista chegou a dizer que "ter filho gay é falta de porrada" (assista aqui). O parlamentar também afirmou "que maioria é uma coisa, minoria é outra. Minoria tem que se calar" (veja aqui).
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