Bolsonaro: perderam em 1964 e perderam de novo em 2016
Conhecido por suas posições ultraconservadoras, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que vota pelo impeachment da presidente Dilma em memória ao coronel Carlos Brilhante Ustra, torturador que faleceu em 2015; segundo a Comissão da Verdade, durante o período em que Ustra chefiou o DOI-Codi (setembro de 1970 a janeiro de 1974), foram registradas ao menos 45 mortes e desaparecimentos forçados; Bolsonaro também disse que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entraria para a história
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Rio 247 - Conhecido por suas posição ultraconservadoras, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que vota pelo impeachment da presidente Dilma Roussef (PT) em memória ao coronel Carlos Brilhante Ustra, que faleceu em 2015.
Ex-chefe do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna) , ele foi o primeiro militar a ser reconhecido, pela Justiça, como torturador durante da Ditadura Militar (1964-1984).
De acordo com Comissão da Verdade, durante o período em que Ustra chefiou o DOI-Codi, de 29 de setembro de 1970 a 23 de janeiro de 1974, foram registradas ao menos 45 mortes e desaparecimentos forçados.
Bolsonaro também disse que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entraria para a "história" - o peemedebista é responsável pela condução do processo de impeachment da presidente Dilma.
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