Bolsonaro diz que vai processar Wyllys após levar cusparada

Deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que vai entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o colega Jean Wyllys (PSOL-RJ), que admitiu ter cuspido em seu rosto durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma; Bolsonaro negou ter xingado Wyllys antes de levar a cusparada, e defendeu ter citado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, militar responsável por perseguições e torturas na Ditadura Militar (1964-1984); "Eu discursei e o deputado Jean Wyllys não deve ter gostado do que falei"; Wyllys confirmou ter cuspido, e Bolsonaro disse que conseguiu desviar

Deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que vai entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o colega Jean Wyllys (PSOL-RJ), que admitiu ter cuspido em seu rosto durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma; Bolsonaro negou ter xingado Wyllys antes de levar a cusparada, e defendeu ter citado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, militar responsável por perseguições e torturas na Ditadura Militar (1964-1984); "Eu discursei e o deputado Jean Wyllys não deve ter gostado do que falei"; Wyllys confirmou ter cuspido, e Bolsonaro disse que conseguiu desviar
Deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que vai entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o colega Jean Wyllys (PSOL-RJ), que admitiu ter cuspido em seu rosto durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma; Bolsonaro negou ter xingado Wyllys antes de levar a cusparada, e defendeu ter citado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, militar responsável por perseguições e torturas na Ditadura Militar (1964-1984); "Eu discursei e o deputado Jean Wyllys não deve ter gostado do que falei"; Wyllys confirmou ter cuspido, e Bolsonaro disse que conseguiu desviar (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que vai entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o colega Jean Wyllys (PSOL-RJ), que admitiu ter cuspido em seu rosto durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), neste domingo (17), em Brasília. Bolsonaro negou ter xingado Wyllys antes de levar a cusparada e ainda defendeu ter citado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, militar responsável por perseguições e torturas na Ditadura Militar (1964-1985) — em seu discurso para defender o afastamento da presidente.

"Eu discursei e o deputado Jean Wyllys não deve ter gostado do que falei. Depois que ele deu o seu voto (contra o impeachment), saiu exaltado porque a votação já estava decidida. Foi nesse momento que me deu uma cusparada no rosto, que atingiu também deputados que estavam atrás de mim. Eu não o segurei, as câmeras vão mostrar isso. Também não o xinguei, vou chutar cachorro morto?", questionou Bolsonaro em entrevista ao jornal Extra. O parlamentar do PSC já havia dito que conseguiu desviar do cuspe.

Wyllys disse que Bolsonaro tentou segurar o seu braço e o ofendeu com insultos homofóbicos. Pelo Facebook, o deputado do PSOL declarou que cuspiria "quantas vezes" fosse necessário.

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"Nós estamos numa votação. Eu tenho direito político de fazer o voto que eu quero. Durante toda a votação eu não intervi no voto de ninguém. Não fui lá insultar ninguém. E, na hora que fui votar, esse canalha veio me insultar na saída e tentar agarrar meu braço, ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando vi o insulto, devolvi cuspindo na cara dele, que é o que ele merece", disse em coletiva.

O pessolista enfatizou ainda que não tem medo de enfrentar um processo disciplinar na Câmara.

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