Bethlem será investigado pela PF por três crimes

Polícia Federal em Brasília está responsável por investigar o deputado estadual Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) por suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas; a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o STF autorizou a abertura de inquérito; a Superintendência da PF-RJ será acionada para diligências, como o interrogatório de Vanessa Felippe, ex-mulher do parlamentar

Polícia Federal em Brasília está responsável por investigar o deputado estadual Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) por suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas; a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o STF autorizou a abertura de inquérito; a Superintendência da PF-RJ será acionada para diligências, como o interrogatório de Vanessa Felippe, ex-mulher do parlamentar
Polícia Federal em Brasília está responsável por investigar o deputado estadual Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) por suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas; a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o STF autorizou a abertura de inquérito; a Superintendência da PF-RJ será acionada para diligências, como o interrogatório de Vanessa Felippe, ex-mulher do parlamentar (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – A Polícia Federal em Brasília está responsável por investigar o deputado estadual Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) por suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A pedido do procurador geral da República, Rodrigo Janot, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a abertura de um inquérito. A Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro será acionada para diligências, como, por exemplo, o interrogatório de Vanessa Felippe, ex-mulher do parlamentar.

A Corregedoria da PF tem como objetivo investigas as viagens de Bethlem ao exterior 2010 e 2011. Segundo gravações feitas por Vanessa, o deputado afirmou ter uma conta bancária na Suíça, não informada à Receita Federal. O parlamentar admite, ainda, que recebia comissões ilegais de ONGs prestadoras de serviço da Prefeitura do Rio, quando ocupou a Secretaria Municipal de Assistência Social, entre 2011 e 2012.

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Outra revelação feita pelo deputado foi de que ele tinha uma renda mensal de R$ 100 mil por mês, quando recebia R$ 18 mil. O peemedebista é suspeito de receber entre R$ 60 mil e R$ 80 mil da ONG Casa Espírita Tesloo, que tem vários contratos com a secretaria.

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