Beltrame quer protocolo de desocupação de prédios
O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, pediu uma reunião com a Casa Civil, o Ministério Público e a Polícia Militar para adotar um protocolo de desocupação de prédios públicos do Rio; a iniciativa tem como objetivo evitar episódios como o que aconteceu durante a última desocupação, quando os estudantes foram retirados a força da secretaria de Educação há 10 dias; ao menos dois alunos desmaiaram durante a confusão com policiais
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Minas 247 - O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, pediu na manhã desta terça-feira (31) uma reunião com a Casa Civil, o Ministério Público e a Polícia Militar para adotar um protocolo de desocupação de prédios públicos do Rio. A iniciativa tem como objetivo evitar episódios como o que aconteceu durante a última desocupação, quando os estudantes foram retirados a força da secretaria de Educação há 10 dias.
Cerca de 60 alunos de 17 escolas voltaram a ocupar o imóvel, na noite desta segunda-feira (30). Carros da PM faziam a segurança na porta da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc). De acordo com o Sindicato Estadual de Profissionais de Educação do Rio (Sepe), além dos alunos, aproximadamente 40 docentes também foram ao local e estão posicionados do lado de fora do prédio. Os estudantes apoiam a greve dos professores da rede estadual, reivindicam melhorias nas escolas e a democratização da gestão das unidades.
A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) informou que menos de 5% das escolas estão ocupadas. De acordo com o G1, 16 unidades desocupadas no total, que já começaram a receber melhorias e reparos. Inclusive o Colégio Estadual Mendes de Moraes, na Ilha do Governador, primeira unidade a ser ocupada, recebeu melhorias e já está realizando atividades pedagógicas.
Na madrugada o dia 21 de maio, houve bastante tumulto durante a ação que ocorreu pouco depois das 4h daquele dia. Pelo menos dois adolescentes desmaiaram. Momentos antes da desocupação, os policiais pediu para os alunos deixarem a secretaria. Professores e apoiadores do movimento que estavam do lado de fora fizeram uma corrente humana para impedir a entrada da polícia. O bloqueio foi desfeito pelos PMs e o portão da instituição foi aberto com uma marreta, dando início o tumulto.
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