Beltrame: operação não atinge comandante da PM

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou que as investigações sobre a Operação Ave de Rapina, deflagrada não atingem o comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luis Castro Menezes, que permanecerá no cargo; segundo Beltrame, o comando da corporação não sabia das investigações que levaram à prisão do ex-comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar, na Ilha do Governador, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou que as investigações sobre a Operação Ave de Rapina, deflagrada não atingem o comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luis Castro Menezes, que permanecerá no cargo; segundo Beltrame, o comando da corporação não sabia das investigações que levaram à prisão do ex-comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar, na Ilha do Governador, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel
O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou que as investigações sobre a Operação Ave de Rapina, deflagrada não atingem o comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luis Castro Menezes, que permanecerá no cargo; segundo Beltrame, o comando da corporação não sabia das investigações que levaram à prisão do ex-comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar, na Ilha do Governador, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel (Foto: Leonardo Lucena)


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Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou que as investigações sobre a Operação Ave de Rapina, deflagrada hoje (9), não atingem o comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luis Castro Menezes, que permanecerá no cargo. Segundo Beltrame, o comando da corporação não sabia das investigações que levaram à prisão do ex-comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar, na Ilha do Governador, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel.

Beltrame informou que não cometerá nenhuma injustiça com seus comandados. Salientou que a finalidade dessas ações é mostrar que está sendo desenvolvido um trabalho sério na Secretaria de Segurança. "O que interessa é que nós não estamos aqui para passar a mão na cabeça de ninguém, mas também não vamos cometer injustiças, nem antecipar qualquer tipo de juízo. Nosso compromisso é mostrar para a população que há um trabaho sério. Esse é meu compromisso até 31 de dezembro, quando termina o governo", explicou.

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A operação Ave de Rapina resultou na prisão de 16 policiais militares. Eles são acusadas de sequestrar traficantes do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, e exigir R$ 300 mil para libertá-los. Além do ex-comandante, foi detido o chefe da 2ª Seção do batalhão, tenente Vítor Mendes da Encarnação. Eles tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça e, por ordem judicial, foram afastados das funções.

*Colaborou Lígia Souto, do Radiojornalismo

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