Beltrame fala em nova ocupação no Alemão

Após morte de policiais, secretário de Segurança diz que não descarta uma reocupação com 500 ou 600 policiais, com forças da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Federal; temos que caminhar com o processo de pacificação, e ninguém vai nos impedir; acho que ninguém deseja que o tráfico volte a regular o preço da droga e a vida das pessoas como antigamente”, disse

Após morte de policiais, secretário de Segurança diz que não descarta uma reocupação com 500 ou 600 policiais, com forças da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Federal; temos que caminhar com o processo de pacificação, e ninguém vai nos impedir; acho que ninguém deseja que o tráfico volte a regular o preço da droga e a vida das pessoas como antigamente”, disse
Após morte de policiais, secretário de Segurança diz que não descarta uma reocupação com 500 ou 600 policiais, com forças da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Federal; temos que caminhar com o processo de pacificação, e ninguém vai nos impedir; acho que ninguém deseja que o tráfico volte a regular o preço da droga e a vida das pessoas como antigamente”, disse (Foto: Roberta Namour)


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247 - O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, reconheceu que pode comandar uma nova ofensiva no Complexo do Alemão, com o apoio das Forças Armadas e da Polícia Federal. 

Recentemente, três policiais militares de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) morreram na região.

Segundo ele, uma reocupação com 500 ou 600 policiais não está descartada, com forças da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Federal. "Não podem morrer mais policiais da maneira que vem acontecendo. Temos que caminhar com o processo de pacificação, e ninguém vai nos impedir. Acho que ninguém deseja que o tráfico volte a regular o preço da droga e a vida das pessoas como antigamente”, disse.

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Policial baleado no Rio morre após uma semana no hospital

Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

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O policial militar Wagner Vieira da Cruz, baleado no rosto na comunidade da Vila Cruzeiro, morreu na quinta-feira (6), depois de ficar uma semana internado no Hospital Getúlio Vargas. O policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) estava na esquina de uma rua da favela quando foi atingido por tiros disparados de criminosos, no dia 28 de fevereiro.

Além disso, nessa quinta-feira, o soldado Rodrigo de Souza Paes Leme, 33 anos, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Nova Brasília, foi baleado quando fazia um patrulhamento na comunidade. Com esses dois óbitos, chega a seis o número de policiais mortos nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da cidade do Rio, desde a instalação das UPPs nessas favelas. Mais quatro policiais foram mortos nas favelas da Rocinha, do Batan, Coroa e Cidade de Deus. Desde 2012, dez PMs morreram em comunidades com UPPs.

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Na comunidade do Pavão-Pavãozinho, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, que tem uma UPP desde dezembro de 2009, policiais civis fazem sexta-feira (7) uma operação. Segundo a Polícia Civil, o objetivo é fazer uma perícia criminal que não pôde ser feita, devido a tiros disparados por criminosos da comunidade.

 

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