Beija-Flor ganha o seu 13° título do Carnaval do Rio
Com um enredo de exaltação da cultura africana, a Beija-Flor de Nilópolis venceu o carnaval carioca, superando a polêmica do apoio recebido da Guiné Equatorial – país que vive sob ditadura e que foi homenageado no desfile; a escola mostrou o enredo: "Um Griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade" e conquistou o seu 13º título, com apenas um décimo perdido na apuração
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Rio 247 – Com um enredo de exaltação da cultura africana, a Beija-Flor de Nilópolis venceu o carnaval carioca, superando a polêmica do apoio recebido da Guiné Equatorial – país que vive sob ditadura e que foi homenageado no desfile. A escola mostrou o enredo: "Um Griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade" e conquistou o seu 13º título, com apenas um décimo perdido na apuração.
"Sentimento é de dever cumprido", disse o intérprete Neguinho da Beija-Flor, chorando muito. O título que não era conquistado desde 2011. Os outros campeonatos vencidos foram em 1763 ,1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004 , 2005, 2007 e 2008.
O tráfico de escravos e colonização dos europeus também foram lembradas. Um carro com cacau, diamante e petróleo exaltou as riquezas do País.
Ao final do desfile, foi exaltada a mistura dos povos e a celebração da formação da nação brasileira e o enlace entre o Brasil e a Guiné Equatorial.
Sobre os rumores de ter recebido apoio da Guiané Equatorial, o presidente da Beija-Flor, Farid Abraão, negou ao G1 que o governo daquele país tenha investido R$ 10 milhões no carnaval da escola, mas admitiu ter recebido contribuição, sem informar o valor.
"A gente pegou um enredo para falar de um país africano, um país que até então muita gente não conhecia. Nossa questão aqui é carnaval. O regime não nos compete. Cuba era odiado pelo mundo democrático e hoje está sendo abraçado", afirmou.
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