'Bandidos', diz Frederick Wassef de Ministério Público do Rio de Janeiro

O advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, afirmou que nunca pagou despesas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), e disse ser vítima de "bandidos" infiltrados no Ministério Público do Rio

Frederick Wassef, em evento Palácio Planalto 17/6/2020
Frederick Wassef, em evento Palácio Planalto 17/6/2020 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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247 - Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro, disse que há bandidos no Ministério Público do Rio de Janeiro. A declaração foi concedida à revista Veja, pouco tempo depois da divulgação de um relatório do Coaf (Conselho do Controle de Atividades Financeiras).

A reportagem do portal Uol destaca a fala de Wassef: “nunca paguei um único real nem a Fabrício Queiroz nem a ninguém da sua família. Zero. Isso nunca ocorreu. Agora, quanto ao pagamento ao médico Wladimir Alfer, sim, eu paguei. Eu estive internado no Hospital Albert Einstein ano passado, submetido a uma anestesia geral, e foi feita uma biópsia na minha bexiga, para se constatar se eu estava com um novo câncer ou não. E o médico que procedeu a esse procedimento sério, invasivo, foi o doutor Wladimir Alfer, em função de ser o mais respeitado urologista do Brasil. Essa é a origem do pagamento. Isso foi em setembro de 2019, e nada tem a ver com Queiroz.”

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A matéria ainda acrescenta mais um trecho: “eu sou vítima do crime de quebra de sigilo bancário e fiscal ilegal, que foi feito a mando de membros do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, mais especificamente do Gaeco (grupo de combate ao crime organizado), que desde o dia 1º estão querendo me investigar de forma dissimulada e por vias transversas, porque, como sempre fui advogado no exercício regular da advocacia, não poderiam me investigar. Eu tive a informação de que eles, de forma ardilosa, nefasta e (digna) de país de sexto mundo, eles, bandidos, solicitaram em off a seus pares, colegas e amigos do Coaf para que invadissem as minhas contas bancárias. Repito, bandidos infiltrados dentro do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com carteira funcional de promotor, estão envolvidos na prática de crimes.”

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