Bancos suspendem empréstimos a servidores
As instituições financeiras da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) suspenderam a concessão de novos empréstimos aos servidores ativos e inativos do estado do Rio de Janeiro “devido aos problemas de repasse” das parcelas dos consignados, que é quando o patrão – no caso o governo – garante o pagamento da dívida, fazendo o desconto na folha do funcionário; a Sefaz confirmou que o valor total das parcelas devidas gira em torno de R$ 500 milhões, no entanto, afirmou que "só há parcelas atrasadas de março e abril, por conta dos arrestos e já estão sendo, como dito, regularizados"
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Rio 247 - As instituições financeiras da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) suspenderam a concessão de novos empréstimos aos servidores ativos e inativos do estado do Rio de Janeiro “devido aos problemas de repasse” das parcelas dos consignados, que é quando o patrão – no caso o governo – garante o pagamento da dívida, fazendo o desconto na folha do funcionário.
Segundo a ABBC, todos os bancos que oferecem empréstimo aos servidores do Rio estavam neste status. A associação informou que entre os bancos de médio porte que atuam nesse convênio, cerca de oito são representados por ela. São eles: BMG, PAN, Olé, Banrisul, Bonsucesso, Cetelem, Daycoval, ParanáBanco e Intermedium.
A ABBC informou que estão em aberto os valores que deveriam ter sido repassados aos bancos nos meses de abril (referente à folha de março), maio (referente à folha de abril), julho (folha de junho), e agosto (folha de julho), “estimando-se um total de todos os bancos de R$ 500 milhões, dos quais cerca de R$ 200 milhões devidos a instituições associadas à ABBC, gerando constante preocupação para todos”.
Outro lado
A secretaria da Fazenda do Rio de Janeiro (Sefaz) confirmou que o valor total das parcelas devidas gira em torno de R$ 500 milhões, no entanto, afirmou que "só há parcelas atrasadas de março e abril, por conta dos arrestos e já estão sendo, como dito, regularizados".
"Devido aos arrestos no caixa do Estado, que ultrapassaram R$ 790 milhões somente em abril, houve atraso em algumas parcelas devidas aos bancos de depósitos consignados. Imediatamente, a Secretaria de Estado de Fazenda reuniu os bancos e informou uma previsão de pagamentos dessas parcelas, que já estão sendo efetuados. O pagamento é prioridade da Fazenda e está ocorrendo estritamente de acordo com o combinado com as instituições financeiras", disse, em nota, conforme relato do G1.
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