Bancada eleita do PSOL vai à Justiça contra aumento de salário de Bruno Covas
"Enquanto tenta aumentar seu próprio salário em mais de 46%, Bruno Covas e seu padrinho João Doria estão retirando o direito à gratuidade no transporte público para idosos entre 60 e 65 anos. Não permitiremos essa injustiça“, declarou a vereadora eleita Luana Alves (PSOL)
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Metrópoles - A bancada eleita de vereadores do PSol anunciou nesta quinta-feira (24) que irá tentar barrar na Justiça o reajuste de 47% no subsídio (termo para salário de agente político eleito ou indicado) do prefeito Bruno Covas (PSDB).
Covas sancionou nesta quinta-feira (24) lei que aumenta o próprio salário de R$ 24.175,22 para R$ 35.462,00. Além desse reajuste, Bruno Covas também sancionou aumento para seu vice (receberá R$ 31.915,80, uma elevação de 47%) e secretários (que receberão R$ 30.142,70, um aumento de 56%). Reajustes serão aplicados a partir de janeiro de 2022.
“Vamos entrar com uma Ação Popular na Vara da Fazenda, pedindo nulidade do aumento. Enquanto tenta aumentar seu próprio salário em mais de 46%, Bruno Covas e seu padrinho João Doria estão retirando o direito à gratuidade no transporte público para idosos entre 60 e 65 anos. Não permitiremos essa injustiça“, declarou a vereadora eleita Luana Alves (PSOL).
Além de Alves, assinarão o pedido as futuras parlamentares Erika Hilton, Silvia Ferraro e Elaine Mineiro, o deputado estadual Celso Giannazi e o vereador reeleito Toninho Vespoli, todos do PSOL.
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