Aumento da imunização na China pode afetar fornecimento de matéria-prima de vacina para o Brasil, diz diretor do Butantan
"É uma preocupação. Essa demanda do governo chinês por vacinas pode, de certa forma, interferir no fornecimento de vacinas para o Brasil e para o mundo", afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas
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247 - O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta segunda-feira (5) que a aceleração da vacinação na China pode afetar o fornecimento de matéria-prima de imunizantes para o Brasil.
"É uma preocupação. Essa demanda do governo chinês por vacinas pode, de certa forma, interferir no fornecimento de vacinas para o Brasil e para o mundo. No caso especifico do Butantan, nós não importamos vacinas prontas, importamos matéria-prima, isso dá uma certa tranquilidade", disse Covas em entrevista à GloboNews.
"Nós temos tido uma conversa muito intensa para não ocorrer alteração neste fornecimento. É tudo que nós não precisamos neste momento. Até este momento tudo está correndo dentro do planejado", acrescentou.
O Butantan desenvolveu, em parceria com o laboratório chinês Sinovac, a vacina CoronaVac, que representa mais de 80% das imunizações contra coronavírus aplicadas no Brasil. A vacina da AstraZeneca/Oxford, importada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também utiliza insumos de origem chinesa.
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