Atuação de militares custa R$ 1,7 milhão por dia no Rio
A mobilização das Forças Armadas no Complexo da Maré, Zona Norte das cidades do Rio de Janeiro, custa cerca de R$ 1,7 milhão por dia, valor publicado no Diário Oficial da União, contando, ainda, com a publicação de uma medida provisória, assinada pela presidente Dilma, que autoriza um crédito extraordinário de R$ 200 milhões no orçamento do Ministério da Defesa; ao todo, 2,5 mil militares ocupam a região, incluindo 200 PMs; desde o início da ocupação, no dia 5 de abril, mais de cem suspeitos foram presos
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Rio 247 - A mobilização das Forças Armadas no Complexo da Maré, Zona Norte das cidades do Rio de Janeiro, custa cerca de R$ 1,7 milhão por dia, valor publicado no Diário Oficial da União, contando, ainda, com a publicação de uma medida provisória (MP 642), assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT), que autoriza um crédito extraordinário de R$ 200 milhões no orçamento do Ministério da Defesa. Ao todo, 2,5 mil militares ocupam a região, incluindo 200 PMs. Desde o início da ocupação, no dia 5 de abril, mais de cem suspeitos foram presos.
Conforme o prazo inicial, a permanência do Exército e da Marina termina no dia 31 de julho. Porém, segundo os bastidores, os governos federal e estadual articulam uma saída para que os militares fiquem até o final de ano, depois das eleições.
O Complexo da Maré abriga 130 mil habitantes em 15 comunidades em cerca de dez quilômetros quadrados. Segundo informações do jornal O Globo, no local três facções criminosas ainda disputam poder, com armas de guerra — metralhadoras, fuzis e lança-granadas.
Os militares também contam com o Disque-Pacificação (3105-9717) para prender suspeitos de envolvimento com tráfico de armas e de drogas. Já foram recebidas 152 ligações com informações que levaram à localização de pontos de venda de drogas e esconderijos de traficantes.
"Ainda há traficantes no Complexo da Maré. São criminosos do terceiro escalão. As informações que temos recebido são de que ainda existem criminosos na área, mas que o seu efetivo se encontra bem mais reduzido", disse o general Roberto Escoto, comandante-geral da Força de Pacificação.
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