Ato no Rio, Grito da Liberdade, defende manifestações

 A manifestação foi pacífica, mas o prédio foi cercado por dezenas de policiais militares, alguns deles usando escudos e capacetes; outro grupo de policiais foi posicionado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro; caixas pretas foram colocadas em frente ao prédio do tribunal com fotos do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral Filho, simbolizando a necessidade de investigações profundas sobre os governos municipal e estadual.

 A manifestação foi pacífica, mas o prédio foi cercado por dezenas de policiais militares, alguns deles usando escudos e capacetes; outro grupo de policiais foi posicionado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro; caixas pretas foram colocadas em frente ao prédio do tribunal com fotos do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral Filho, simbolizando a necessidade de investigações profundas sobre os governos municipal e estadual.
 A manifestação foi pacífica, mas o prédio foi cercado por dezenas de policiais militares, alguns deles usando escudos e capacetes; outro grupo de policiais foi posicionado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro; caixas pretas foram colocadas em frente ao prédio do tribunal com fotos do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral Filho, simbolizando a necessidade de investigações profundas sobre os governos municipal e estadual. (Foto: Valter Lima)


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RJ 24 horas - Um grupo de manifestantes protestou na tarde desta quinta-feira (31/10) frente ao Fórum do Rio, no Centro da cidade. A manifestação foi pacífica, mas o prédio foi cercado por dezenas de policiais militares, alguns deles usando escudos e capacetes. Outro grupo de policiais foi posicionado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), vizinha ao fórum.

O ato, chamado de Grito da Liberdade, foi organizado por mais de 50 movimentos sociais, em defesa do direito da sociedade de se manifestar e lutar contra os problemas do país. A ativista Marianna Olinguer disse que a manifestação é contra as arbitrariedades que ocorrem em todo o Brasil.

"Diariamente vemos casos de execução sumária, que acontecem não só nas ruas, como nas favelas. Não apenas por isso estamos aqui, mas também pela situação de calamidade em que a saúde pública e a educação se encontram, além dos altos gastos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Lutamos também pela desmilitarização da polícia, porque eles também são oprimidos, não podendo entrar em greve e lutar por condições melhores", disse.

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Caixas pretas foram colocadas em frente ao prédio do tribunal com fotos do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral Filho, simbolizando a necessidade de investigações profundas sobre os governos municipal e estadual.

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