Após liminar proibindo operações nas favelas durante pandemia, RJ registra menor número de mortes pela polícia desde 2015
Os dados confirmam, mais uma vez, que a maioria das pessoas mortas pela polícia moram em comunidades pobres
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247 - Após liminar proibindo operações policiais em favelas durante a pandemia, o estado do Rio de Janeiro registrou em junho o menor número de pessoas mortas pela polícia em um mês desde dezembro de 2015, segundo a Folha de S. Paulo.
A liminar é do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os dados confirmam, mais uma vez, que a maioria das pessoas mortas pela polícia moram em comunidades pobres.
O número se contrapõe ao recorde histórico atingido durante o início do governo Wilson Witzel. Segundo os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), em junho deste ano, 24 pessoas morreram no que seriam confrontos com a polícia.
No mesmo mês em 2019 foram registradas 153 vítimas. Antes da liminar, em maio deste ano, foram cerca 129. A decisão de Fachin foi tomada após a morte do menino João Pedro Mattos, de 14 anos, que foi assassinado pela polícia quando estava em casa por tiro que o atingiu pelas costas.
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