Após jovem desmaiar em abordagem, porta-voz da PM afirma que instituição não é preconceituosa

O porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, capitão Osmário Ferreira, afirmou que a instituição é diversificada em sua composição interna. A tentativa de negar o racismo veio após um jovem ser estrangulado por um policial e perder a consciência, em Carapicuíba, na região metropolitana

(Foto: Reprodução (Globo))


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247 - O porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, capitão Osmário Ferreira, afirmou que a instituição não é preconceituosa, após um jovem ser estrangulado por um policial e perder a consciência, em Carapicuíba, na Região Metropolitana de São Paulo, no último domingo (21). O caso foi comparado com a morte de George Floyd, homem negro asfixiado por um policial branco nos Estados Unidos. De acordo com Ferreira, a polícia é uma instituição diversificada. 

"Temos 40% do efetivo formado por negros, temos mulheres, as mais variadas opções sexuais, em todo o nosso seio pessoas de todos os tipos, etnias, temos transgêneros", disse ele à GloboNews nesta segunda-feira (22).

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"A Polícia Militar é a primeira interessada em responsabilizar condutas erradas. O comando da instituição é cobrado por essas posturas erradas", acrescentou.

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