Após ameaçar exportar, Instituto Butantan diz que pode negociar a CoronaVac com estados

"Se não houver incorporação pelo Ministério da Saúde, existe interesse de outros estados e municípios", afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, que voltou a fazer cobranças à pasta comandada pelo general Eduardo Pazuello

Presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas
Presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas (Foto: Reprodução/Governo de São Paulo)


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247 - O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, voltou a fazer cobranças ao Ministério da Saúde, comandado pelo general Eduardo Pazuello, e afirmou que pode negociar a vacina CoronaVac diretamente para estados e municípios se o governo federal não manifestar interesse formal nas 54 milhões de doses oferecidas. 

"Se não houver incorporação pelo Ministério da Saúde, existe interesse de outros estados e municípios. Então sim, é possível que haja atendimento a essa demanda", afirmou o dirigente à Globonews.

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"Nós estamos pressionados pela demanda por vacina, existe essa demanda no mundo todo. Muitos países estão solicitando da nossa parceria Sinovac a assinatura de contrato de fornecimento. É necessário que o ministério se pronuncie, porque nós estamos no fim de janeiro e essa produção estaria prevista para início em abril. Portanto, não haverá tempo para negociarmos com a nossa parceria em relação à matéria-prima se não houver essa manifestação", acrescentou. 

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