Ao fugir das vaias, Temer cria saia justa diplomática
Comitê Olímpico Internacional enfrenta um impasse desde que o presidente interino Michel Temer decidiu não participar da cerimônia de encerramento da Rio 2016; até agora, não se sabe quem irá passar o bastão olímpico para o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que vem ao Brasil especialmente para isso, uma vez que Tóquio irá sediar os jogos de 2020; "O presidente interino não deverá comparecer à cerimônia de encerramento, o que ainda não nos foi confirmado pelos canais oficiais. Não podemos avaliar neste momento quem vai receber o primeiro-ministro do Japão", disse o diretor de comunicação do comitê organizador da Rio 2016, Mario Andrada
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247 – A decisão do presidente interino Michel Temer de não comparecer à cerimônia de encerramento da Rio 2016 para evitar vaias antes do julgamento final do impeachment (saiba mais aqui) criou uma nova saia justa diplomática para o Brasil.
A cinco dias do fim da Rio 2016, o Comitê Olímpico Internacional e o comitê organizador da Rio 2016 ainda não sabem quem irá passar o bastão olímpico para o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que vem ao Brasil especialmente para isso, uma vez que Tóquio irá sediar os jogos de 2020.
"O presidente interino não deverá comparecer à cerimônia de encerramento, o que ainda não nos foi confirmado pelos canais oficiais. Não podemos avaliar neste momento quem vai receber o primeiro-ministro do Japão", disse o diretor de comunicação do comitê organizador da Rio 2016, Mario Andrada.
Segundo Andrada, ainda é preciso decidir quem vai receber ou não o primeiro-ministro japonês. "Isso tem a ver com o nosso presidente, se ele virá ou não", disse ele.
Na cerimônia de abertura, Temer recebeu uma vaia de 105 decibéis e hoje, segundo pesquisa Vox Populi, 79% dos brasileiros defendem sua saída – seja para a volta da presidente eleita Dilma Rousseff, seja para a realização de novas eleições.
No campo diplomática, o governo provisório também criou novas confusões, ao sabotar a presidência interina da Venezuela no Mercosul e ao comprar uma briga desnecessária com o Uruguai, que se negou a rasgar as normas do bloco (saiba mais aqui).
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