Alvo da PF, mulher de Witzel exerce influência sobre governo do Rio
Primeira-dama Helena Witzel, mulher do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) um dos alvos da Operação Placebo, exerce influência sobre o governo fluminense, que faz com que funcionários e servidores chamem dois como o "casal governador"
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247 - Alvo da Operação Placebo, deflagrada esta semana pela Polícia Federal, a primeira-dama Helena Witzel, mulher do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), exerce influência sobre o governo fluminense, com direito a uma sala no palácio Guanabara, sede do governo Estadual.
Segundo reportagem do UOL, Helena costuma emitir opiniões sobre as declarações do governador e de membros do primeiro escalão da gestão estadual. A influência dela seria tanta que, segundo a reportagem, os funcionários do governo se referem a eles como “o casal governador”.
De forma oficial, ela ocupa a presidência de honra do Rio Solidário, uma organização sem fins lucrativos que é ligada ao governo estadual), além de atuar em ações sociais.
Nesta terça-feira, após a deflagração da Operação Placebo, que cumpriu mandados de busca e apreensão no escritório HW Assessoria Jurídica, da qual é sócia Helena disse lamentar que "a operação tenha sido imbuída de indisfarçada motivação política”.
Para os investigadores, contudo, o escritório teria recebido pagamentos de empresa pertencente a dois presos pela Lava Jato, apontados como operadores do esquema de desvio de recursos destinados ao combate da Covid-19.
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