Advogado: 'volante Luiz Antônio foi testemunha'

O advogado do Flamengo, Michel Assef Filho, que acompanha o volante Luiz Antônio no caso referente à suspeita de envolvimento com uma milícia do Rio, afirmou que o atleta foi convocado a prestar depoimento como testemunha, e não como réu, apenas porque o carro, que o jogador alegou ter sido roubado, teria sido encontrado com um miliciano; "Ficou esclarecido que ele não tem qualquer participação com milícia, isso é um absurdo", disse Filho

O advogado do Flamengo, Michel Assef Filho, que acompanha o volante Luiz Antônio no caso referente à suspeita de envolvimento com uma milícia do Rio, afirmou que o atleta foi convocado a prestar depoimento como testemunha, e não como réu, apenas porque o carro, que o jogador alegou ter sido roubado, teria sido encontrado com um miliciano; "Ficou esclarecido que ele não tem qualquer participação com milícia, isso é um absurdo", disse Filho
O advogado do Flamengo, Michel Assef Filho, que acompanha o volante Luiz Antônio no caso referente à suspeita de envolvimento com uma milícia do Rio, afirmou que o atleta foi convocado a prestar depoimento como testemunha, e não como réu, apenas porque o carro, que o jogador alegou ter sido roubado, teria sido encontrado com um miliciano; "Ficou esclarecido que ele não tem qualquer participação com milícia, isso é um absurdo", disse Filho (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – O advogado do Flamengo, Michel Assef Filho, que acompanha o volante Luiz Antônio no caso referente à suspeita de envolvimento com a milícia do Rio, afirmou que o atleta foi convocado a depor como testemunha, e não como réu, apenas porque o carro, que o jogador alegou ter sido roubado, teria sido encontrado com um miliciano. Segundo o advogado, a polícia não questionou o volante sobre a suspeita de ter dado o veículo a um criminoso.

"Ele foi ouvido na qualidade e testemunha, não como envolvido. Ele esclareceu que não estava presente no assalto, estava com a família em Cabo Frio, foi o pai dele que conduzia o carro e não ele. Ficou esclarecido que ele não tem qualquer participação com milícia, isso é um absurdo", disse Filho, ao Portal Terra. De acordo ele, "foi mais um escândalo que saiu na imprensa do que algo que tenha qualquer indício nesse sentido no inquérito". "Até as perguntas não se relacionavam a isso, se ele deu carro de presente para algum amigo", acrescentou.

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