Adriano Nóbrega não era suspeito no Caso Marielle, mas próximo dos Bolsonaros, diz Freixo

"Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, tinha relações comprovadas com a família Bolsonaro, mas não era suspeito da morte de Marielle. Quem diz o contrário está equivocado", disse o deputado MArcelo Freixo sobre a morte do ex-PM morto em operação na Bahia

(Foto: Agência Câmara)


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247 - O deputado Marcelo Freixo (PSOL) afirmou neste domingo, 9, que o o ex-PM e miliciano Adriano da Nóbrega, morto pela manhã durante operação no interior da Bahia, não estava sendo investigado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). 

"Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, tinha relações comprovadas com a família Bolsonaro, mas não era suspeito da morte de Marielle. Quem diz o contrário está equivocado", disse Freixo ao blog do jornalista Leonardo Sakamoto

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"Não posso afirmar que foi execução ou queima de arquivo por não termos informações detalhadas. Mas ele não era suspeito da morte de Marielle. Não havia nenhum indício, diferentemente do que acontece com Ronnie Lessa. Não há um sinal na investigação de envolvimento de Adriano", afirma Freixo, que presidiu a CPI das Milícias quando deputado estadual, em 2008. 

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