Acordo com a União prevê alívio de quase R$ 15 bi nas contas do Rio

Após acordo com a União, o governo do Rio, o primeiro estado a decretar calamidade financeira, espera acertar parte das contas de 2018; o Regime de Recuperação Fiscal prevê um alívio nos cofres do estado de R$ 14,9 bilhões; porém, mesmo com o empréstimo de R$ 2,9 bilhões que começa a sair nesta quarta-feira (20), o Palácio Guanabara não conseguirá quitar a dívida com o funcionalismo

Após acordo com a União, o governo do Rio, o primeiro estado a decretar calamidade financeira, espera acertar parte das contas de 2018; o Regime de Recuperação Fiscal prevê um alívio nos cofres do estado de R$ 14,9 bilhões; porém, mesmo com o empréstimo de R$ 2,9 bilhões que começa a sair nesta quarta-feira (20), o Palácio Guanabara não conseguirá quitar a dívida com o funcionalismo
Após acordo com a União, o governo do Rio, o primeiro estado a decretar calamidade financeira, espera acertar parte das contas de 2018; o Regime de Recuperação Fiscal prevê um alívio nos cofres do estado de R$ 14,9 bilhões; porém, mesmo com o empréstimo de R$ 2,9 bilhões que começa a sair nesta quarta-feira (20), o Palácio Guanabara não conseguirá quitar a dívida com o funcionalismo (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Após acordo com a União, o governo do Rio, o primeiro estado a decretar estado de calamidade financeira, espera acertar parte das contas de 2018. O Regime de Recuperação Fiscal prevê um alívio nos cofres do estado de R$ 14,9 bilhões. Porém, mesmo com o empréstimo de R$ 2,9 bilhões que começa a sair nesta quarta-feira (20), o Palácio Guanabara não conseguirá quitar a dívida com o funcionalismo. A promessa do governador Luiz Fernando Pezão é acertar os pagamentos a partir de fevereiro. O déficit previsto deve cair de R$ 10 bilhões, no ano que vem, para R$ 2 bilhões, em 2019, segundo as estimativas do executivo fluminense.

De acordo com o último relatório de monitoramento do acordo, feito em outubro pelo Ministério da Fazenda, mostra que cerca de R$ 5,9 bilhões dependem de medidas implementadas pelo estado. Os outros R$ 9 bilhões são referentes à suspensão do pagamento da dívida do estado com a União. Os relatos são do Globo.

Entre as medidas que o estado deve adotar para conseguir o equilíbrio fiscal, está o corte de R$ 1,01 bilhão em incentivos fiscais, prometido pela Secretaria de Fazenda do Rio para 2018. Outra [e mudança no Repetro (regime aduaneiro especial que garante redução de impostos na cadeia de óleo e gás), que deve gerar receitas de R$ 250 milhões.

O governo deve aumentar a alíquota previdenciária dos servidores (R$ 236 milhões) e o reajustar o ICMS de produtos como energia, gasolina e bebidas (R$ 623 milhões), duas iniciativas já estão em vigor. Os valores são estimativas feitas pela União. Não estão neste cálculo, os R$ 900 milhões que fazem parte da segunda parcela do financiamento de R$ 2,9 bilhões, contraído para pagar a servidores, e que só chegam às contas do estado em janeiro.

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