Acaba greve de trabalhadores da construção pesada no Rio
A greve dos trabalhadores da construção pesada, que afetou as principais obras olímpicas em andamento no Rio de Janeiro, chega ao fim; na tarde desta quarta (20), em audiência de conciliação entre representantes dos trabalhadores e das empresas, foi firmado um acordo para que as obras voltem à normalidade a partir de amanhã (21); os trabalhadores receberão um reajuste de 8% ao piso salarial, o que beneficiará quase 90% da categoria; para quem tem salário acima do piso e ganha até R$ 10 mil, receberam 5%, enquanto que os salários acima de R$ 10 mil, terão reajuste decidido pelas empresas; a cesta básica passou de R$ 310 para R$ 340
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Da Agência Brasil
A greve dos trabalhadores da construção pesada, que afetou as principais obras olímpicas em andamento no Rio de Janeiro, chega ao fim. Na tarde de hoje (20), em audiência de conciliação entre representantes dos trabalhadores e das empresas, foi firmado um acordo para que as obras voltem à normalidade a partir de amanhã (21).
Os trabalhadores receberão um reajuste de 8% ao piso salarial, o que beneficiará quase 90% da categoria. Para quem tem salário acima do piso e ganha até R$ 10 mil, receberam 5%, enquanto que os salários acima de R$ 10 mil, terão reajuste decidido pelas empresas. A cesta básica passou de R$ 310 para R$ 340.
Outros dois pontos do acordo foram a compensação de 22 horas de serviço pelo tempo parado em até 60 dias e a não retaliação aos operários que aderiram à greve. O diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada, Marcelo Cruz, disse que o acordo foi razoável e que eles conquistaram 70% das reivindicações.
A greve começou na segunda-feira (18) de manhã. Em três dias, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (Sitraicp), as obras afetadas foram as do Parque Olímpico de Deodoro, do Engenhão, do Porto, da Linha 4 do Metrô, da TransBrasil e do Aeroporto do Galeão.
De acordo com o sindicato, nenhum dia parado será descontado do salário dos trabalhadores, que devem retomar o trabalho no início do próximo turno.
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