2016: o ano do Rio e, quem sabe, de Eduardo Paes

No ano em que pela primeira vez uma cidade da América do Sul sedia os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro apresenta obras antes do prazo e um legado antecipado da competição; já foram entregues complexos esportivos, parques para a população e o novo Museu do Amanhã; caso os Jogos sejam o sucesso previsto por seus organizadores, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, poderá tentar voos mais altos; o plano A é o governo do Rio em 2018, mas ele não descarta a presidência da República numa candidatura própria do PMDB

No ano em que pela primeira vez uma cidade da América do Sul sedia os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro apresenta obras antes do prazo e um legado antecipado da competição; já foram entregues complexos esportivos, parques para a população e o novo Museu do Amanhã; caso os Jogos sejam o sucesso previsto por seus organizadores, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, poderá tentar voos mais altos; o plano A é o governo do Rio em 2018, mas ele não descarta a presidência da República numa candidatura própria do PMDB
No ano em que pela primeira vez uma cidade da América do Sul sedia os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro apresenta obras antes do prazo e um legado antecipado da competição; já foram entregues complexos esportivos, parques para a população e o novo Museu do Amanhã; caso os Jogos sejam o sucesso previsto por seus organizadores, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, poderá tentar voos mais altos; o plano A é o governo do Rio em 2018, mas ele não descarta a presidência da República numa candidatura própria do PMDB (Foto: Ana Pupulin)


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Rio 247 – Este será o ano do Rio de Janeiro e, quem sabe, do prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes (PMDB). Em um ano de turbulência econômica e política no Brasil, a cidade que sediará a 31ª Olimpíada, a partir de 5 de agosto, vem apresentando obras concluídas antes do prazo e um legado antecipado do megaevento, que deve atrair turistas de mais de 200 países para todo o Brasil.

Apenas em dezembro, foram inaugurados o Museu do Amanhã, ícone cultural da revitalização da Região Portuária da cidade, e o Parque Radical, no Complexo Esportivo de Deodoro, Zona Norte do Rio, uma das principais áreas de competições olímpicas, mas que, até lá, já pode ser usado pela população.

"Estamos fazendo aqui um legado antecipado. Acho que é algo até inédito na história das Olimpíadas. Abrimos uma das áreas mais pobres do Rio para a população fazer uso e poder aproveitar o verão", comentou Paes, quando oficializou a inauguração do circuito de canoagem slalom como área de lazer até 1º de março, quando o local será entregue ao Comitê Organizador do evento.

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O Parque Olímpico está 95% completo. Na Barra da Tijuca e no Complexo de Deodoro, seis instalações foram concluídas e outras oito atingiram 90% ou mais de execução. A mais recente a alcançar este estágio foi o Centro de Tênis, que, com suas 16 quadras, recebeu o último evento-teste do ano. O campo de golfe está 100% concluído e a Vila dos Atletas, quase lá.

Em resumo, a pouco mais de sete meses das competições, a preocupação da Prefeitura do Rio e dos organizadores do evento não está apenas em entregar as obras atendendo às expectativas, mas em como ficará a Cidade Maravilhosa depois de sediar os primeiros Jogos Olímpicos na América do Sul. Para a presidente da Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico Internacional (COI), Nawal El Moutawakel, o legado será positivo para todo o País, não só para o Rio.

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"Eu sigo o dossiê do Rio desde que o Rio se candidatou a acolher os Jogos. Mais de sete anos depois, ver como vibra esta cidade olímpica, ver a transformação total de uma cidade magnífica, ver como os cariocas aguardam com orgulho e impaciência o dia que eles vão acolher a chama olímpica, é um motivo de grande orgulho para mim também. Vai ter um Rio de Janeiro antes dos jogos e um Rio depois dos jogo. Hoje vemos novas estradas, construções esportivas e os jovens vão poder aproveitar, o Rio de Janeiro concretizou uma transformação de 70 anos em 7 anos", disse em entrevista concedida em dezembro ao GloboEsporte.com.

Caso a Olimpíada seja o sucesso previsto, o prefeito do Rio poderá tentar voos mais altos na política. O plano A de Eduardo Paes é o governo do Rio em 2018, mas ele não descarta a presidência da República numa candidatura própria do PMDB. Para 2016, seu foco será o lançamento de seu sucessor à prefeitura, o secretário-executivo de governo do município, Pedro Paulo (PMDB).

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