150 gatos pingados homenageiam Bolsonaro

O protesto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, realizado neste sábado (15), no Rio de Janeiro, reuniu cerca de 150 manifestantes, segundo dados da Polícia Militar; a manifestação, que exaltou as forças armadas e pedia uma intervenção militar por supostas agressões a democracia e pela associação do governo a regimes comunistas, teve como destaque a participação do deputado federal Jair Bolsonaro (PP); "Pior que a corrupção é este trabalho do PT, do PSOL e do PC do B de roubar a nossa liberdade", disse; para o parlamentar, os 150 manifestantes "são poucos, mas valem pela qualidade"

O protesto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, realizado neste sábado (15), no Rio de Janeiro, reuniu cerca de 150 manifestantes, segundo dados da Polícia Militar; a manifestação, que exaltou as forças armadas e pedia uma intervenção militar por supostas agressões a democracia e pela associação do governo a regimes comunistas, teve como destaque a participação do deputado federal Jair Bolsonaro (PP); "Pior que a corrupção é este trabalho do PT, do PSOL e do PC do B de roubar a nossa liberdade", disse; para o parlamentar, os 150 manifestantes "são poucos, mas valem pela qualidade"
O protesto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, realizado neste sábado (15), no Rio de Janeiro, reuniu cerca de 150 manifestantes, segundo dados da Polícia Militar; a manifestação, que exaltou as forças armadas e pedia uma intervenção militar por supostas agressões a democracia e pela associação do governo a regimes comunistas, teve como destaque a participação do deputado federal Jair Bolsonaro (PP); "Pior que a corrupção é este trabalho do PT, do PSOL e do PC do B de roubar a nossa liberdade", disse; para o parlamentar, os 150 manifestantes "são poucos, mas valem pela qualidade" (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O protesto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, realizado neste sábado (15), no Rio de Janeiro, reuniu cerca de 150 manifestantes, segundo dados da Polícia Militar. A manifestação, que exaltou as forças armadas e pedia uma intervenção militar por supostas agressões a democracia e pela associação do governo a regimes comunistas, teve como destaque a participação do deputado federal Jair Bolsonaro (PP). Para Bolsonaro, os 150 manifestantes "são poucos, mas valem pela qualidade".

Brandindo cartazes pedindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma, o parlamentar, que esteve na manifestação acompanhado do filho e deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP), deu vazão aos manifestantes que pediam que ele fosse candidato à Presidência da República em 2018.

"Pior que a corrupção é este trabalho do PT, do PSOL e do PC do B de roubar a nossa liberdade", disse. Ele também afirmou que o Governo Federal incentiva a divisão do povo brasileiro por meio do uso de mecanismos regionais, raciais e financeiros. "O Bolsa Família é um projeto dessa turma de esquerda para, através de esmola, buscando a acomodação dos mais pobres, tentar impor aqui a ditadura do proletariado", disparou.

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Bolsonaro, que foi duramente criticado por ter participado de um ato público na semana passada portando uma arma de fogo, defendeu, ainda, o direito ao porte e condenou personagens históricos da esquerda que lutaram contra a ditadura. Ele citou nominalmente a presidente Dilma e o ex-marido, Carlos Araújo, além do ex-deputado Rubens Paiva, torturado e morto pela regime militar.

"Sei a história dele. Não é esse santo que pregam por aí. Na casa em que ele [Rubens Paiva] vivia com a família floresceu uma base de guerrilha para Carlos Lamarca", ressaltou. Segundo ele, "a direita é tudo que a esquerda não é", além de dizer que "é preciso uma candidatura que represente este grupo para 2018".

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