10 policiais são indiciados por sumiço de Amarildo

Todos foram indiciados pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver; o promotor Homero Freitas, que está a frente do caso, informou que deve oferecer a denúncia à Justiça nos próximos dias; os policiais negam envolvimento no sumiço e dizem que liberaram Amarildo, no dia 14 de julho, depois de constatar que não havia qualquer mandado de prisão contra ele; uma ossada foi encontrada no último dia 27 e suspeita-se que seja do pedreiro

Todos foram indiciados pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver; o promotor Homero Freitas, que está a frente do caso, informou que deve oferecer a denúncia à Justiça nos próximos dias; os policiais negam envolvimento no sumiço e dizem que liberaram Amarildo, no dia 14 de julho, depois de constatar que não havia qualquer mandado de prisão contra ele; uma ossada foi encontrada no último dia 27 e suspeita-se que seja do pedreiro
Todos foram indiciados pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver; o promotor Homero Freitas, que está a frente do caso, informou que deve oferecer a denúncia à Justiça nos próximos dias; os policiais negam envolvimento no sumiço e dizem que liberaram Amarildo, no dia 14 de julho, depois de constatar que não havia qualquer mandado de prisão contra ele; uma ossada foi encontrada no último dia 27 e suspeita-se que seja do pedreiro (Foto: Valter Lima)


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247 - O Ministério Público do Rio de Janeiro recebeu na noite desta terça-feira (1º) o inquérito da Divisão de Homicídios, que indicia 10 policiais militares da UPP Rocinha, incluindo o major Edson Santos, pelo desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, que sumiu em 14 de julho, após ser levado por policiais. Todos foram indiciados pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver.

O promotor Homero Freitas, que está a frente do caso, informou que deve oferecer a denúncia à Justiça nos próximos dias.
Os policiais negam envolvimento no sumiço e dizem que liberaram Amarildo, no dia 14 de julho, depois de constatar que não havia qualquer mandado de prisão contra ele.

Na sexta-feira da semana passada, dia 27, uma ossada achada em Resende, no Sul Fluminense, passou por uma necrópsia, motivada pelas suspeitas de que poderia ser de Amarildo. O relatório, porém, foi considerado inconclusivo, e a ossada será novamente analisada no Rio de Janeiro. O resultado deve sair entre 10 e 15 dias.

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