"Votei nulo porque não acredito em nenhuma das candidaturas", diz Agnelo

Fora do segundo turno das eleições, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) afirmou neste domingo (26) que anulou o voto para escolha do seu sucessor ao Palácio do Buriti; derrotado nas urnas no primeiro turno com 20% dos votos válidos (292.234 eleitores), o candidato disse que não confia em Rodrigo Rollemberg (PSB) ou Jofran Frejat (PR)

Fora do segundo turno das eleições, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) afirmou neste domingo (26) que anulou o voto para escolha do seu sucessor ao Palácio do Buriti; derrotado nas urnas no primeiro turno com 20% dos votos válidos (292.234 eleitores), o candidato disse que não confia em Rodrigo Rollemberg (PSB) ou Jofran Frejat (PR)
Fora do segundo turno das eleições, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) afirmou neste domingo (26) que anulou o voto para escolha do seu sucessor ao Palácio do Buriti; derrotado nas urnas no primeiro turno com 20% dos votos válidos (292.234 eleitores), o candidato disse que não confia em Rodrigo Rollemberg (PSB) ou Jofran Frejat (PR) (Foto: Leonardo Araújo)


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Brasília 247 - Fora do segundo turno das eleições, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) afirmou neste domingo (26) que anulou o voto para escolha do seu sucessor ao Palácio do Buriti. O petista votou às 10h30 no Centro de Estudos Supletivos Asa Sul (Cesas), na 602 Sul. Derrotado nas urnas no primeiro turno com 20% dos votos válidos (292.234 eleitores), o candidato disse que não confia em Rodrigo Rollemberg (PSB) ou Jofran Frejat (PR).

"Estou deixando que a nossa população faça sua escolha. Votei nulo porque não confio em nenhuma das duas candidaturas. Portanto, vim aqui dar meu voto à presidente Dilma, porque acho que o Brasil tem que continuar mudando e para melhor", afirmou.

Agnelo tem declarado à imprensa que promoverá uma transição amistosa e colaborativa junto ao sucessor e afirma que ainda não sabe quais serão seus próximos passos depois que concluir o mandato no final de dezembro. "Vou entrar de férias em janeiro com a família e depois organizar o que vou fazer nos próximos meses", disse.

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Sobre a extinção de cargos comissionados e de secretárias determinadas por ele após a derrota nas urnas, o governador explicou que está enxugando a máquina administrativa para o próximo governador a assumir o cargo. "Programas que não estejam com funcionamento pleno até a entrega, você deve enxugar a máquina. O próximo governo é que vai organizar suas estruturas e suas prioridades. Quanto mais enxuta, mais facilidade [o próximo governador] terá para desenvolver o trabalho. É uma atitude de grandeza que não recebi quando assumi o governo", comentou Agnelo.

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