Turbulência à espera do Supremo em 2015

Três motivos "especiais" explicam o porquê de uma temporada que promete ser quente no Judiciário, em Brasília; o primeiro é a indicação de um novo ministro-presidente para o Supremo Tribunal Federal (STF), pois Joaquim Barbosa, se aposentou em 31 de julho de 2014; a indicação da presidente Dilma sinalizará a tendência do julgamento de outra pauta, a da Operação Lava Jato, da PF; o financiamento público de campanhas eleitorais é mais um fator que promete gerar fortes discussões o Supremo 

Três motivos "especiais" explicam o porquê de uma temporada que promete ser quente no Judiciário, em Brasília; o primeiro é a indicação de um novo ministro-presidente para o Supremo Tribunal Federal (STF), pois Joaquim Barbosa, se aposentou em 31 de julho de 2014; a indicação da presidente Dilma sinalizará a tendência do julgamento de outra pauta, a da Operação Lava Jato, da PF; o financiamento público de campanhas eleitorais é mais um fator que promete gerar fortes discussões o Supremo 
Três motivos "especiais" explicam o porquê de uma temporada que promete ser quente no Judiciário, em Brasília; o primeiro é a indicação de um novo ministro-presidente para o Supremo Tribunal Federal (STF), pois Joaquim Barbosa, se aposentou em 31 de julho de 2014; a indicação da presidente Dilma sinalizará a tendência do julgamento de outra pauta, a da Operação Lava Jato, da PF; o financiamento público de campanhas eleitorais é mais um fator que promete gerar fortes discussões o Supremo  (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 – O ano de 2015 deve ser de grande turbulência no Poder Judiciário em Brasília (DF). Três motivos "especiais" explicam o porquê de uma temporada que promete ser quente na Justiça na capital federal.

O primeiro é a indicação de um novo ministro-presidente para o Supremo Tribunal Federal (STF), pois Joaquim Barbosa, se aposentou em 31 de julho de 2014.

Conforme análise do blog do Fernando Rodrigues, a escolha da presidente Dilma Rousseff (PT) vai sinalizar como será a tendência do STF, que enfrentará um julgamento tenebroso, o dos réus da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), que apura um esquema de corrupção na Petrobras.

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O inquérito da Lava Jato é outra pauta impactante a ser enfrentada pelo Judiciário em Brasília. Há cerca de 70 autoridades citadas que podem ter de ser julgadas pelo STF, por terem direito ao foro privilegiado. Vale ressaltar que o início do julgamento em 2015 não quer dizer que o mesmo terminará ainda neste ano.

Em um ano, cuja reforma política deve ser um dos temas mais debatidos nos poderes Legislativo e Executivo, o financiamento público campanha será mais uma pauta que acenderá os holofotes do Supremo.

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Seis ministros do STF votaram a favor da proibição de doações de empresas privadas para campanhas políticas. Em abril do ano passado, o ministro Gilmar Mendes fez um pedido de vista do processo e o julgamento ficou interrompido. Não existe prazo para o ministro apresentar o seu voto.

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