TSE deve ter fim da dinastia Neves
Presidente Dilma Rousseff quer acabar com a permanência da família Neves no Pleno do TSE; pai de Henrique Neves, Célio Silva, ex-consultor jurídico no governo de Fernando Collor, ficou oito anos no TSE; outro filho, Fernando Neves, também ficou oito anos; Henrique já está com seis anos de mandato e quer mais dois; lista tríplice para a vaga de Henrique Neves foi elaborada e enviada à presidente no fim do ano passado; escritório de advocacia da família detém o maior número de processos no Tribunal
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Brasília 247 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está com as duas vagas de advogado sem ministro titular. Há alguns dias terminou o primeiro período de dois anos da ministra Luciana Lóssio e no fim de 2014, acabou também o primeiro período do ministro Henrique Neves.
Segundo a Carta Capital, a presidente Dilma Rousseff quer acabar com a permanência da família Neves em cargos no TSE. O pai de Henrique, Célio Silva, ex-consultor jurídico no governo de Fernando Collor, ficou oito anos no TSE. Outro filho, Fernando Neves, também ficou oito anos.
Henrique Neves já está com seis anos de mandato e quer mais dois. O escritório de advocacia da família Neves detém o maior número de processos no TSE. Lista tríplice para a vaga de Henrique Neves foi elaborada no fim do ano passado e enviada antes do Natal para a presidenta Dilma.
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