TSE: caso Dilma-Temer só deve ser julgado em 2017

Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avaliam que é mais provável que as ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer sejam julgadas no início de 2017; a instrução processual da principal ação ainda não começou, por causa de pedidos do PSDB para a inclusão de novos fatos da Lava Jato no processo, com a prisão do marqueteiro João Santana; relatora do caso, a ministra Maria Thereza de Assis Moura deixa o TSE em setembro

Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avaliam que é mais provável que as ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer sejam julgadas no início de 2017; a instrução processual da principal ação ainda não começou, por causa de pedidos do PSDB para a inclusão de novos fatos da Lava Jato no processo, com a prisão do marqueteiro João Santana; relatora do caso, a ministra Maria Thereza de Assis Moura deixa o TSE em setembro
Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avaliam que é mais provável que as ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer sejam julgadas no início de 2017; a instrução processual da principal ação ainda não começou, por causa de pedidos do PSDB para a inclusão de novos fatos da Lava Jato no processo, com a prisão do marqueteiro João Santana; relatora do caso, a ministra Maria Thereza de Assis Moura deixa o TSE em setembro (Foto: Roberta Namour)


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247 - Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avaliam que é mais provável que as ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer sejam julgadas no início de 2017.

Segundo reportagem de Marcio Falcão, a previsão se baseia no fato de que a instrução processual da principal ação ainda não começou, por causa de pedidos do PSDB para a inclusão de novos fatos da Lava Jato no processo, com a prisão do marqueteiro João Santana.

O prazo de defesa foi reaberto e impediu que fosse concretizada a unificação das quatro ações, o que deve ocorrer após a Procuradoria-Geral da República enviar parecer.

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Relatora do caso, a ministra Maria Thereza de Assis Moura deixa o TSE em setembro. O ministro Herman Benjamin é o próximo a assumir a relatoria.

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