TRT condena consórcio responsável por estádio

Tribunal Regional do Trabalho condenou o Consórcio Brasília 2014 a pagar R$ 5 milhões de dano moral coletivo por não oferecer segurança aos operários que atuaram na nas obras do Estádio Nacional Mané Garrincha, uma das sedes da Copa do Mundo de 2014; entre os acidentes registrados no local, houve a morte do operário José Afonso de Oliveira Rodrigues em junho de 2012, após cair de um anel de compressão a 30 metros de altura; ainda cabe recurso à decisão

Tribunal Regional do Trabalho condenou o Consórcio Brasília 2014 a pagar R$ 5 milhões de dano moral coletivo por não oferecer segurança aos operários que atuaram na nas obras do Estádio Nacional Mané Garrincha, uma das sedes da Copa do Mundo de 2014; entre os acidentes registrados no local, houve a morte do operário José Afonso de Oliveira Rodrigues em junho de 2012, após cair de um anel de compressão a 30 metros de altura; ainda cabe recurso à decisão
Tribunal Regional do Trabalho condenou o Consórcio Brasília 2014 a pagar R$ 5 milhões de dano moral coletivo por não oferecer segurança aos operários que atuaram na nas obras do Estádio Nacional Mané Garrincha, uma das sedes da Copa do Mundo de 2014; entre os acidentes registrados no local, houve a morte do operário José Afonso de Oliveira Rodrigues em junho de 2012, após cair de um anel de compressão a 30 metros de altura; ainda cabe recurso à decisão (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O Tribunal Regional do Trabalho atendeu a uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho e condenou o Consórcio Brasília 2014 a pagar R$ 5 milhões de dano moral coletivo por não oferecer segurança aos operários que atuaram na nas obras do Estádio Nacional Mané Garrincha, uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Entre os acidentes registrados no local, houve a morte do operário José Afonso de Oliveira Rodrigues em junho de 2012, após cair de um anel de compressão a 30 metros de altura. Ainda cabe recurso à decisão.

A ação do MPT foi movida depois que um técnico de segurança vistoriou o local. Ele apontou que não havia guarda-corpo de proteção contra quedas adequado, vergalhões da entrada da área de armadura de aço desprotegidos, cintos de segurança não afixados a cabos guia e falta de fiscalização mais rigorosa, especialmente dos novatos.

Na época da morte do operário, o consórcio divulgou nota classificando a situação como fatalidade e se solidarizando com a família. Também declarou que a obra havia ganhado o certificado SA 8000 (Social AccountAbility 8000) por conta da responsabilidade social com seus operários.

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