"Temer não vai se meter nas discussões sobre a Câmara"
Líder do PSB na Câmara, deputado Paulo Foletto (ES), disse que o presidente interino Michel Temer não irá interferir nas discussões envolvendo a presidência da Casa; afirmação foi feita após uma reunião com Temer da qual também participaram os líderes do PSDB, Antonio Imbassahy (BA), e do DEM, Pauderney Avelino (AM); "Ele [Temer] disse que não ia se meter. Ele deixou claríssimo que a Câmara tem tamanho e autoridade para resolver isso", disse Foletto; parlamentares também pediram que Temer apoie o regime de urgência para um projeto de resolução que declara vaga a presidência da Câmara em razão do afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
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247 - O líder do PSB na Câmara, deputado Paulo Foletto (ES) disse que o presidente interino Michel Temer não irá interferir nas discussões envolvendo a presidência da Casa. Afirmação de Foletto foi feita nesta quinta-feira (9), após uma reunião com temer da qual também participaram os líderes do PSDB, Antonio Imbassahy (BA), e do DEM, Pauderney Avelino (AM).
"Ele [Temer] disse que não ia se meter. Ele deixou claríssimo que a Câmara tem tamanho e autoridade para resolver isso", afirmou Foletto ao Estadão. Durante o encontro, os deputados, que são favoráveis à cassação do mandato do presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também pediram que Temer apoie o regime de urgência para um projeto de resolução que declara vaga a presidência da Câmara.
Para que o projeto do regime de urgência – de autoria do deputado federal Roberto Freire (PPS) - seja apresentado é necessária a assinatura de 171 parlamentares. Até o momento, porém, apenas os líderes do DEM, PPS, PSDB e PSB assinaram o documento. Eles também são contrários à presidência interina do deputado Waldir Maranhão (PP-MA).
Foletto disse, ainda, que Temer quer focar em projetos ligados a retomada do crescimento da economia e pediu eu os lideres apoiem projetos que alteram as regras para a nomeação em empresas estatais e fundos de pensão, além da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos e que deverão chegar ao Congresso Nacional na próxima semana.
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