Temer: 'não há bomba fiscal tramitando no Congresso'

O vice-presidente Michel Temer disse nesta terça (4) que "não há bomba fiscal" em tramitação no Congresso; sobre propostas que implicam aumento de gastos públicos, ele informou que a pauta de agora é a que remanesceu do período pré-recesso; "Essas coisas serão cuidadas com muita tranquilidade”, afirmou; ele defendeu ainda o diálogo com o Congresso para desarmar uma agenda de votações de propostas que possam causar impacto nas contas públicas; segundo ele, os presidentes de partidos e líderes da base aliada que jantaram ontem com a presidente Dilma Rousseff assumiram compromisso com a estabilidade fiscal

O vice-presidente Michel Temer disse nesta terça (4) que "não há bomba fiscal" em tramitação no Congresso; sobre propostas que implicam aumento de gastos públicos, ele informou que a pauta de agora é a que remanesceu do período pré-recesso; "Essas coisas serão cuidadas com muita tranquilidade”, afirmou; ele defendeu ainda o diálogo com o Congresso para desarmar uma agenda de votações de propostas que possam causar impacto nas contas públicas; segundo ele, os presidentes de partidos e líderes da base aliada que jantaram ontem com a presidente Dilma Rousseff assumiram compromisso com a estabilidade fiscal
O vice-presidente Michel Temer disse nesta terça (4) que "não há bomba fiscal" em tramitação no Congresso; sobre propostas que implicam aumento de gastos públicos, ele informou que a pauta de agora é a que remanesceu do período pré-recesso; "Essas coisas serão cuidadas com muita tranquilidade”, afirmou; ele defendeu ainda o diálogo com o Congresso para desarmar uma agenda de votações de propostas que possam causar impacto nas contas públicas; segundo ele, os presidentes de partidos e líderes da base aliada que jantaram ontem com a presidente Dilma Rousseff assumiram compromisso com a estabilidade fiscal (Foto: Valter Lima)


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Agência Brasil - O vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, disse hoje (4) que “não há bomba fiscal” em tramitação no Congresso. Sobre propostas que implicam aumento de gastos públicos, ele informou que a pauta [de votações] de agora é a que remanesceu do período pré-recesso [legislativo]. "Não é pauta-bomba. Essas coisas serão cuidadas com muita tranquilidade”, afirmou.

O vice-presidente defendeu o diálogo com o Congresso para desarmar uma agenda de votações de propostas que possam causar impacto nas contas públicas. De acordo com Temer, os presidentes de partidos e líderes da base aliada que jantaram ontem (3) com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada, assumiram compromisso com a estabilidade fiscal.

Entre os projetos considerados indesejados pelo Palácio do Planalto está o que aumenta o índice de correção dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), passando de 3% para cerca de 6%.

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Além desse, o governo trabalha para evitar a derrubada de vetos presidenciais, entre eles o que trata de reajuste de até 78% para servidores do Poder Judiciário e assegurar a aprovação do projeto que reduz as desonerações da folha de pagamento de empresas.

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