Temer mantém no gabinete especialista em Congresso

O ex-secretário-geral da Câmara dos Deputados Mozart Vianna, que estava trabalhando com Michel Temer na vice-presidência da República, continua como assessor do agora presidente interino, lotado no gabinete do peemedebista; Mozart foi braço direito de 12 presidentes e uma espécie de peça-chave nos bastidores de decisões importantes na história da Casa, como o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, a Lei da Ficha Limpa e a Assembleia Nacional Constituinte

Cerimônia de posse do novo Diretor-Geral, Sérgio Sampaio Contreiras de Almeida, e do novo Secretário-Geral da Mesa, Mozart Vianna De Paiva
Cerimônia de posse do novo Diretor-Geral, Sérgio Sampaio Contreiras de Almeida, e do novo Secretário-Geral da Mesa, Mozart Vianna De Paiva (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O ex-secretário-geral da Câmara dos Deputados Mozart Vianna, que estava trabalhando com Michel Temer na vice-presidência da República, continua com o peemedebista. A informação é da coluna Radar On Line. Ele está lotado no gabinete pessoal do presidente interino e o assessora nos assuntos relacionados ao Congresso Nacional.

Mozart levantou tudo que estava na pauta da Câmara antes da reunião que Temer manteve com os líderes da Casa. Ele também informou como cada projeto deve tramitar e indicou todos os detalhes que poderiam acelerar ou atrasar os temas de interesse do presidente interino.

Mozart ele foi braço direito de 12 presidentes.  Ex-seminarista fransciscano, Mozart foi peça-chave nos bastidores de decisões importantes na história do Parlamento, como o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, a Lei da Ficha Limpa e até a Assembleia Nacional Constituinte.

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Foi durante a elaboração da Constituição de 1988 que ele ganhou o apelido de “espírito santo do ouvido”, dado pelo ex-deputado Ulysses Guimarães, graças a seu profundo conhecimento do processo legislativo e suas orientações decisivas.

Quando os trabalhos da Constituinte foram iniciados, Mozart - que é formado em Letras pela Universidade de Brasília - dava aulas de português no Centro de Formação da Câmara (Cefor). Ele foi convidado pelo então secretário-geral da Câmara, Paulo Afonso, para compor a equipe técnica da Assembleia Nacional, fazendo a revisão gramatical dos textos.

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*Com Agência Câmara

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